Sobre as eleições

Sou uma empresa de comunicação pequena. Mesmo assim, senti a obrigação de me posicionar oficialmente quanto às eleições para presidente.

Este micro empreendimento aqui apoia a candidatura de Fernando Haddad e Manuela D’Ávila. Acredito no projeto e tenho respeito pela postura dos dois. São indivíduos que, independente dos partidos dos quais fazem parte, têm histórias de trabalho pelo país e um projeto de governo interessante.

 Imã: peita.me / Foto: acervo pessoal

Imã: peita.me / Foto: acervo pessoal

Tenho críticas ao PT. O que os governos Lula e Dilma fizeram de bom e de ruim para o país são fatos inegáveis. Entretanto, a escolha entre a chapa do partido dos trabalhadores e a do PSL é muito fácil.

Eu e a minha empresinha, somos veementemente contra o racismo, a homofobia, o machismo, a violência, o ódio, e a falta de argumentos. Somos feministas, a favor dos direitos da comunidade LGBTQ+, a favor da igualdade de raças e classes, a favor da liberdade.

Somos do time da comunicação do bem, da inteligência, do debate, da empatia e do entendimento. Acreditamos no Brasil.

 


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Whatsapp não é lugar para ler notícias

Hoje estourou a notícia de que um grupo de empresários comprou pacotes de disparos em massa pelo WhatsApp contra o PT. Como diz a reportagem da Folha de São Paulo, “a prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vetada pela legislação eleitoral, e não declarada". Essa informação é mais uma confirmação do nós já sabíamos: WhatsApp não é veículo de notícia.

No aplicativo é onde encontram-se a maior parte das informações falsas. Para o IJNet, informativo da rede internacional de jornalistas, Tai Nalon, que é diretora e cofundadora da plataforma de fact-checking Aos Fatos, disse: “temos no Brasil uma cultura de comunicação por mensageiros como WhatsApp por meio dos quais alimenta-se boatos de toda sorte. É impossível saber, pela natureza dessas ferramentas, quantas pessoas foram expostas à desinformação e quanto material de origem duvidosa existe ali.”

Com as eleições, o problema ficou pior. Em matéria da Vice Brasil, Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab, centro de pesquisa em Internet e direito, diz: “Bolsonaro começou essa campanha faz muito tempo. Muitos desses grupos de WhatsApp, muitas das páginas de apoio a ele estão no ar há anos. A distribuição parece ser feita por voluntários, mas a produção de conteúdo tem estratégia, segue um caminho claro, as mensagens estão ali. Isso tem cara de campanha”.

Com o uso mais forte do aplicativo para fins eleitorais, vieram também as fake news. A Folha mostrou um estudo em conjunto da USP, UFMG e da Agência Lupa que analisou o grau de veracidade de 50 imagens que mais circularam em grupos de WhatsApp entre os dias 16 de agosto e 7 de outubro de 2018, período de campanha do primeiro turno das eleições. Segundo o levantamento, apenas quatro imagens eram verdadeiras.

Assustador, não é?

O WhatsApp é uma maravilha para se comunicar com o grupo de amigos, para falar com as pessoas sem pagar ligações e, no meu caso, para saber as novidades da minha amiga que se mudou para a Inglaterra e receber fotos dos meus sobrinhos lindos que moram no Rio e em São Paulo. Vamos usar a ferramenta só para isso mesmo, combinado?

 


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Somos empáticos por natureza

Estamos acostumados a pensar no ser humano como um animal egoísta, que coloca sua necessidade à frente dos problemas do mundo e dos outros. Acontece que somos também empáticos e isso não é só conversa fiada. Essa habilidade já foi identificada e mapeada em nossa massa cinzenta.

No documentário A Revolução do Altruísmo, Martin Novak, professor de biologia e matemática na Universidade de Harvard, explica que a empatia é uma característica natural do ser humano e que nosso cérebro evoluiu para a colaboração. Ele acha que isso aconteceu porque entender o outro e trabalhar juntos faz parte da dinâmica essencial do bicho homem desde os primórdios.

Fico pensando se não seria o sentimento tribal que nos impede de pensarmos mais nas outras. O tribalismo, neste caso, é a sensação de pertencimento e fidelidade a um grupo específico (classe, famílias, igreja, empresa, etc). Talvez achemos, erroneamente, que temos mais em comum com o nosso “clubinho” do que com o resto da humanidade.

Acontece que a empatia é uma qualidade inata, está no centro do que nos faz humanos. Já o sentimento de tribalismo, embora também natural, se baseia em elementos superficiais como que roupa o outro veste, que ritual adota, para qual time torce.

Por isso, acho que insistir em nos separarmos por questões externas ao invés de nos unirmos pelo que nos torna iguais é só “o narcisismo das pequenas diferenças”, como disse Freud (nesta foto, citado por Yuval Harari).

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Assine a news e receba grátis os melhores conteúdos da internet

Todo mês, envio para os assinantes uma newsletter caprichada com vários links interessantes. De robôs assassinos a obras de Picasso em 3D, a news já viu de tudo mas, em geral, conversamos sobre comunicação, arte, criatividade e essa loucura que é a internet. Para melhorar ainda mais os conteúdos, resolvi fazer mudanças no formato. Quero apresentar as novidades!

A news passou a ter duas diferenças: mais links e visual novo. A repaginação ainda está em andamento e está sendo feita pela minha amiga e designer Juliana Dias. Já o recheio está todo reformulado com seções, dicas e mais notas. Então, quero mostrar para você as novas “editorias”:

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COMUNICAÇÃO DO BEM - No começo da news, teremos links sobre Comunicação do Bem. Essa é a filosofia que está norteando tudo que produzo e publico aqui no blog.

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IDEIAS PROVOCANTES - Essa parte é dedicada a todas aquelas matérias que despertam um “opa, nunca tinha pensando nisso” no nosso cérebro. É um convite para colocar novas ideias na cabeça e desafiar as antigas.

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VAMOS CONVERSAR MELHOR - De vez em quando, topo com uma matéria tão bem feita que quero mostrá-la para todo mundo. Esse pedaço da news é dedicado ao jornalismo bem feito.

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PARA OUVIR - Já falei que sou a louca dos podcasts? Já, né? Pois bem, dediquei uma parte da news para recomendar pods, entrevistas e reportagens em áudio.

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PARA LER - Nas pesquisas para as pautas, acabo encontrando muita leitura interessante por aí. Nessa seção da news, tudo o que achei interessante recomendar para você ler também.

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PARA VER - Uma seção dedicada a dicas de filmes, documentários e artes visuais. São indicações de criações bonitas ou provocadoras.

O que você acha?

Para mim, a news é uma conversa. Adoro separar os conteúdos, mas gosto mais ainda de receber emails e tuítes com comentários, ideias e sugestões. Por isso, deixo o convite: assine e mande suas indicações. O que você está lendo, vendo e ouvindo?

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O que é design de experiência e porque ele é tão importante na inovação

A Garimpo UX é uma empresa especializada em design de experiência. O problema? Ainda tem muita gente que não sabe nem o que é isso. Parte do trabalho de vendas é justamente explicar para potenciais clientes a importância do serviço. Nesse esforço educativo, a empreendedora da Garimpo, Fernanda de Oliveira, me procurou para escrevermos uma série de artigos mostrando o que é essa especialidade do design e qual o papel dela em projetos inovadores.

Depois de algumas conversas, identificamos quais eram as principais dúvidas dos clientes e os temas que poderiam chamar a atenção de quem poderia usar os serviços da empresa. Com isso, foram escritos seis textos com cases, referências e depoimentos explicando os pontos básicos do design de experiência.

Mas… o que é design de experiência mesmo?

Mais conhecido no meio profissional pela sigla em inglês UX (user experience), esta especialidade é a área do design que estuda a melhor forma de uma pessoa utilizar um produto.

Agora que já esclarecemos isso, é só conferir os artigos e ficar super por dentro:

Saiba a resposta para 8 perguntas comuns sobre UX

Veja o que o design de experiência do usuário pode fazer por sua empresa

Saiba o que é MVP e como esse método pode ajudar a testar produtos no mercado

Design Thinking e Design Sprint: pensar como designer pode fazer toda diferença em um projeto

Como o Design Sprint ajudou um empresário a testar uma inovação no mercado com baixo investimento de tempo e dinheiro

Como transformar uma ideia em um negócio rentável

Novidades vindo por aí

A série não terminou. Novos conteúdos já estão sendo produzidos. Desta vez, o foco não será exclusivo no design de experiência e outras questões do empreendedorismo e da inovação serão abordados. Entre os futuros temas estão: financiamento, empatia, o lado bom do fracasso, e como maximizar a criatividade. Fica o convite: acompanhe os artigos, comente e compartilhe.

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E se você também trabalha com uma especialidade que precisa ser bem explicada ou quer produzir conteúdo educativo para os clientes, fala comigo.

 


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Acompanhe a maior conferência de startups do Nordeste

Amanhã (13/09), será realizada a terceira edição da maior conferência de startups do Nordeste, a Mangue.Bit.

Eu estarei por lá fazendo a cobertura e conhecendo as novidades. Você pode acompanhar tudo pelo Facebook ou Instagram da Manguez.al, a comunidade empreendedora do polo digital do Recife.

 Arte para a Mangue.Bit feita pelo  Estúdio Cargo , que faz parte da comunidade empreendedora.

Arte para a Mangue.Bit feita pelo Estúdio Cargo, que faz parte da comunidade empreendedora.

Tudo sobre a Mangue.Bit

Com um dos maiores ecossistemas de startups da América Latina, o Brasil é um celeiro e inovações tecnológicas. De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups o país tinha em 2017 mais de 5 mil empresas com este perfil - um número que pode duplicar em 2018. Assim, é cada vez mais importante que empresas se conectem e troquem experiências em um ambiente tão fértil.

Dentro desse cenário, fomentar as conexões entre as empresas é fundamental. É com este objetivo que empreendedores pernambucanos promovem a Mangue.Bit 3.0. O evento será dia 13 de setembro no Armazém Itaipava Armazém 14, das 9h às 17h. O objetivo é promover um ambiente fértil para troca de conhecimentos e negócios com as melhores empresas do cenário brasileiro de inovação.

Mangue.Bit 3.0

13 de setembro de 2018

Das 9h às 17h

No Armazém Itaipava 14 - Recife Antigo

 


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Não existe mais censura. O problema agora é outro

Estamos tão inundados de informações que a censura deixou de fazer sentido como uma forma de controlar os que as pessoas sabem ou não. Quem defende essa ideia é o historiador Yuval Harari, autor do campeão de vendas Sapiens. 

A revista Wired publicou trechos do próximo livro de Harari. Neles, o israelense fala sobre como educar as crianças de hoje para que elas sejam capazes de trabalhar e entender o mundo em 2050. 

Para dar essas habilidades à nova geração será preciso repensar a forma como passamos adiante nossos conhecimentos. Para Harari, até pouco tempo, o desafio era superar a falta de informação. Hoje, temos que lidar com o excesso dela e ele acha que será assim também no futuro.

Aí é que entra a questão da censura. Harari argumenta que governos, regimes ou instituições não conseguem mais bloquear que informações chegam até os cidadãos. Não dá mais para fazer isso. A nova tática então, é se aproveitar do excesso. Em vez de censurar uma notícia, faz mais sentido criar uma notícia falsa.

 Yuval Harari - Foto:  site oficial  

Yuval Harari - Foto: site oficial  

“No século XXI, estamos inundados por enormes quantidades de informação e, até mesmo os censores, não tentam bloqueá-las. Em vez disso, eles estão ocupados espalhando desinformação ou nos distraindo com irrelevâncias. Se você mora em alguma cidade pequena do México, pode passar muitas vidas lendo a Wikipédia, assistindo às palestras do TED e fazendo cursos on-line gratuitos. Nenhum governo pode esperar esconder todas as informações das quais não gosta

Por outro lado, é alarmantemente fácil inundar o público com informações conflitantes e comentários negativos. Pessoas de todo o mundo têm acesso com um clique às últimas notícias sobre o bombardeio de Aleppo ou sobre o derretimento das calotas polares no Ártico, mas há tantos relatos contraditórios que é difícil saber em que acreditar. Além disso, inúmeras outras coisas estão a apenas um clique de distância, o que dificulta a concentração, e quando a política ou a ciência parecem muito complicadas, é tentador mudar para vídeos de gatos engraçados, fofocas sobre celebridades ou pornografia.

Em tal mundo, a última coisa que um professor precisa dar aos seus alunos é mais informação. Eles já têm muito disso. Em vez disso, as pessoas precisam da capacidade de dar sentido à informação, de dizer a diferença entre o que é importante e o que não é importante e, acima de tudo, combinar muitas informações em uma visão ampla do mundo”.

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O que é fake news segundo o Facebook 

Recentemente, o Facebook divulgou um vídeo mostrando o trabalho da equipe contratada pela empresa para combater as fake news e as páginas falsas na plataforma. O esforço ainda está no começo mas, as bases técnicas para as ações já foram definidas e parecem bem interessantes. Um destaque é como o Facebook define fake news.

Para começo de conversa, os funcionários que aparecem na divulgação evitam o termo “fake news”. Eles falam de “notícias falsas”, “informação errada” ou “desinformação”. Muitos veículos têm feito o mesmo, já que o termo passou a ser usado para atacar a imprensa. A empresa admite que há muito conteúdo que pode ser encaixado nesses rótulos e que determinar o que é ou não “falso” é muito difícil. 

Os quatro tipo de posts de acordo com veracidade e intenção

Eduardo Arino de la Rubia, gerente de ciências de dados do Facebook, explica essa dificuldade no vídeo. Ele mostra o problema usando um gráfico onde, no eixo horizontal temos o nível de verdade de uma informação e, no vertical, temos uma escala da intenção de enganar. No cruzamento dos dois elementos, os dados e a motivação, vamos encontrar a medida de quão perniciosa é a postagem. Ele divide esse gráfico em quatro. 

A parte de baixo é a mais tranquila. No canto inferior esquerdo temos post com pouca verdade, mas também, pouca intenção de enganar. “Isso é só estar errado na internet, acontece”. No canto inferior direito, estão as postagens com informações bastante corretas e com baixa motivação de enganar. “Espero que aconteça um dia”, brinca Rubia.

É na parte de cima que a coisa fica feia, pois há intenção de enganar ou, no mínimo, de confundir. 

O canto superior direito tem posts com muita verdade, mas também, muita intenção de levar o leitor a uma certa conclusão. Atenção: não é notícia falsa. É informação manipulada. “É propaganda”, diz Rubia. Um bom exemplo dessa situação são postagens com dados estatísticos corretos, mas tirados de contexto para induzir o leitor a uma determinada interpretação. 

E então, a pior parte. O quadrante superior esquerdo, onde estão os posts com pouca verdade e muita intenção de enganar. Estas são as “notícias falsas” propriamente ditas. “Esses são os conteúdos pensados para serem virais, são as mentiras fabricadas”, explica Rubia.

Combatendo as notícias falsas

No vídeo, o gerente de dados, diz que o Facebook tem que acertar no combate a esse último tipo de post. O restante, para ele, estaria no campo da liberdade de expressão, uma área na qual a rede social não quer entrar. Isto porque o Facebook luta para manter o status de plataforma neutra. A filosofia é que não cabe à gigante controlar o que é postado, apenas oferecer o espaço e deixar que os consumidores decidam por si. O Facebook está agindo e mostrando (um pouco) o que eles estão combatendo e o que estão “deixando passar”. O resto, é com a gente.
 

 


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Busque a rejeição

Para Seth Godin, ter uma ideia rejeitada pode ser algo positivo. Ele diz que toda ideia inovadora será rejeitada no começo. Se tudo que fizermos estiver sendo aceito, isso quer dizer que não estamos fazendo nada que já não tenha sido feito antes. Isso é particularmente verdade para projetos criativos.

Eu gostei muito desse pensamento de Godin. Por isso, fiquei feliz quando vi esse post da artista Amber Rae. Veja como ela usou esse ensinamento: 

“Há algumas semanas, passei por uma rejeição que foi tão difícil de engolir que me deixou sentindo como se eu fosse desmaiar, ou vomitar, ou os dois. Quando eu estava recuperando o fôlego, peguei o telefone e mandei uma mensagem para minha amiga escritora @tmfproject, que disse exatamente o que eu precisava ouvir.

Ela disse: “Você é pode ser um pessoa que ou ama a cor rosa ou uma pessoa que não suporta a cor rosa. Isso não quer dizer que tenha nada de errado com a cor rosa. É só a nossa preferência que faz a gente amar ou odiar ela. Não seria triste se o rosa não existisse porque uma pessoa não gostou dela? Ou se o rosa tentasse ser uma versão desbotada dela mesma?

 Amber Rae contando essa história - Busque a rejeição

Amber Rae contando essa história - Busque a rejeição

As palavras da minha amiga me lembraram que quando pode ser polarizador falarmos nossa verdade e criarmos coisas que refletem nossas preferências. Algumas pessoas vão odiar. Outras vão amar. E isso é, na verdade, algo bom.

Como aprendi com Seth Godin, quando trabalhei com ele há alguns anos, aquilo que criamos não precisa ser para todo mundo. Se tentarmos agradar todo mundo, vamos fazer algo mediano. Ao invés disso, podemos procurar maravilhar e deleitar aquelas pessoas que querem embarcar em uma jornada conosco. Com essa mudança de paradigma, eu lembrei de ver a rejeição com uma força de ajudando a me alinhar mais profundamente com as minhas pessoas, como um sinal de que eu estou fora da minha zona de conforto e de que estou crescendo.

Porque nós sempre temos uma escolha: podemos fugir dos riscos e tentar ganhar todo mundo ou podemos ter a ousadia de falar nossa verdade e deixar a nossa vida ser um reflexo disso”

 


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A melhor forma de não produzir é tentar fazer um produto perfeito

Acontece assim: plim, uma ideia surge. Você quer colocá-la em prática. Mas aí, surge a dúvida, qual a melhor maneira de prosseguir?  E quando você menos espera, a ideia já até perdeu a graça de tanto que você se preocupou com a forma perfeita de executá-la.

Onde tem “você”, leia-se “eu”.

Procurar a melhor forma pode só atrapalhar

Eu já deixei de produzir muita coisa porque achei que não estava tão bom assim. Você também?

Por isso gostei dessa historinha que li no site do CopyBlogger:

Em um churrasco, amigos observam uma das convidadas dando comandos aos seus cachorros em várias línguas. Um deles lamenta. Queria muito aprender a falar outro idioma, mas fica travado pois acha que é preciso traduzir palavra por palavra e esse método nunca funciona.

“Essa experiência reverberou em mim e pensei sobre como essa mesma perspectiva pode aparecer em outros aspectos da vida e dos negócios. 

Quando saímos da nossa zona de conforto, frequentemente, queremos um guia, uma série de passos a seguir. 

Esses passos são necessários no início, mas grandes saltos criativos acontecem quando você começa a atuar com mais fluidez.  Quando você para de olhar para a sua empreitada como se estivesse traduzindo uma nova língua palavra por palavra.

O desejo de aprender a melhor forma, geralmente, nos leva a fazer infinitas perguntas quando deveríamos estar tentando produzir por nós mesmos”

Não existe a melhor forma

A conclusão da história é que, assim como um idioma, a criatividade não é linear. Então, não existe a forma ideal de produzir. Talvez existam métodos melhores que outros, mas o melhor jeito de descobrir é colocando a mão na massa.

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Minha produção criativa é esta aqui. Escrever textos sobre comunicação. Já quebrei muito a cabeça pensando na melhor forma de executá-los. Agora, quero me comprometer a fazê-los. Tentarei não fazer textos ruins, mas também vou me esforçar para não perder muito tempo pensando nisso.

Mais sobre o tema
Feito é melhor do que perfeito
 

Imagens: Pixabay e CopyBlogger 

 


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