Nossas múltiplas identidades

Para Johnnetta Cole, a diretora do  Museu Nacional de Arte Afro Americana, “nosso mundo seria muitíssimo melhor se nós pensássemos e interagíssemos uns com os outros em termos das nossas múltiplas identidades”.

As múltiplas identidades ser humano.

O que ela detalha é que estamos muito acostumados a rotular os outros e a tentarmos, nós mesmos, nos encaixar em padrões. Até certo ponto, isso é normal. Mas é muito mais correto e interessante vermos uns aos outros como mais do que só uma ou outra identidade.

O post sobre o depoimento dela que estava aqui no blog foi parar na revista Trendr. Em abril, a publicação está reunindo artigos de vários autores para discutir o tema #VivaADiferença. Checa lá! Além do meu próprio texto, recomendo conferir as outras produções do mês. Tem muita ideia legal por lá. 
 

 


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3 resultados de uma boa comunicação

Uma empresa pode se beneficiar de uma comunicação eficiente de diferentes maneiras. Entretanto, todos os resultados positivos podem ser agrupados em três tipos principais: vendas, reputação ou engajamento.

Como a comunicação pode ajudar uma empresa?

A primeira forma no qual a comunicação pode ser usada para gerar resultados para uma empresa ou profissional é, talvez, a mais óbvia: a geração de vendas.  Claro que todo negócio vive de lucro e, no final das contas, todos os diferentes setores de uma companhia estão voltados para vender ou dar apoio à atividade de vendas. Falando assim até parece algo extremamente seco e oportunista. Mas não é. Aí é que entra uma boa estratégia de comunicação. Com o tom correto e o diálogo aberto, a comunicação para vendas pode gerar resultados bem interessantes com os consumidores. 

Outra forma é a comunicação para fortalecer a reputação de uma marca ou um profissional. Muito marketing de conteúdo tem sido pensado dentro desta demanda. Neste caso, o objetivo principal é estabelecer a empresa ou pessoa como especialista em sua área, como ator importante do mercado e como referências em seu setor de atuação. Uma boa forma de se fazer isso é compartilhando e produzindo conteúdo relevante. Aí, mais uma vez, uma estratégia de comunicação bem bolada fará toda diferença.

A terceira forma de um negócio se beneficiar de um trabalho de comunicação é aumentando o engajamento com os clientes. Isso não quer dizer apenas ter vários seguidores no Facebook. Mas sim, ter diferentes canais para conversar com o cliente e atende-lo da melhor forma possível. É ter uma estratégia para trazer o consumidor para perto da marca e habilitá-lo a fazer parte do negócio, de certa forma, participando das ações, usando as plataformas da empresa para trocar ideias, recomendando os produtos para amigos e assim por diante.

Recapitulando, em resumo, a estratégia de comunicação pode ajudar uma empresa das seguintes formas:
•    Comunicação para alavancar vendas
•    Comunicação para fortalecer a reputação da marca ou profissional
•    Comunicação para aumentar o engajamento do cliente

(Um quarto caso seria o gerenciamento de crise, que é comunicação que as companhias precisam fazer em caso de problemas. Mas não vamos explorar esse tema aqui).

Como escolher a comunicação para a empresa

Esses são os três possíveis resultados positivos que a comunicação externa (ou seja, a conversa com os clientes e comunidade) pode trazer. Não dá para atirar para todos os lados, é preciso avaliar e escolher quais destes três caminhos é o mais relevante para a filosofia e o momento da empresa. Algumas recomendações podem ajudar a guiar essa escolha.

Comunicação para vendas é ideal para: 
•    Negócios iniciantes que precisam se apresentar ao mercado.
•    Empresas que querem aumentar a saída de um produto.
•    Negócios que estejam lançando uma nova solução.
•    Empreendimentos inovadores que precisam explicar como funcionam para o público.

Comunicação para reputação é ideal para:
•    Especialistas como psicólogos, consultores, palestrantes e demais profissionais que vendem serviços intelectuais.
•    Profissionais que são sua própria marca.
•    Empresas que desenvolvem serviços especializados.
•    ONGs e instituições que contam com a reputação para gerar receita.

Comunicação para engajamento é ideal para:
•    Empresas que são escolhidas pelo cliente de acordo com o relacionamento que ele tem com a marca. Por exemplo, lojas, restaurantes, clubes ou cafeterias.


Abaixo, um resumo de como eu trabalho dentro destes três resultados possíveis e como as ferramentas de comunicação devem se encaixar na estratégia adotada.
 

Imagem: Canva

Apresentação: Marcelo Valença 

 


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“Estamos inundados de informação!”

Em uma entrevista para o podcast do canal Vox, o historiador Yuval Harari fala sobre nossa relação problemática com a informação. Para o autor do best-seller Sapiens, temos muitos dados ao nosso dispor, mas não sabemos o que fazer com essa abundância. 

“Eu acho que o que aconteceu no último século é que nós passamos de uma escassez de informação para um dilúvio de informações. Antes, o problema principal com a informação era que nós não tínhamos o suficiente, e havia censura, e os dados eram muito raros e difíceis de serem obtidos. Agora, é justamente o contrário. Nós estamos inundados pela quantidade de informação. Nós perdemos o controle da nossa atenção. Ela foi sequestrada por todo tipo de força externa”.

Concordam?

Eu e Andreza Mendes estamos pensando bastante sobre isso e produzindo um artigo para trocar ideias sobre esse assunto com vocês. Quem quiser participar da conversa, pode comentar aqui.

 

Crédito da imagem
 

 


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Como brigar na internet (corretamente)

Se você nunca quis brigar no Facebook tem algo errado com você. Brincadeira à parte, quem nunca leu uma bobagem na internet e precisou conter a ânsia de sair logo criticando? As redes sociais, com seu infinito potencial para criar conexões incríveis entre os seres humanos, são também um lugar propício para bate-boca. Eu já tive que me segurar muitas vezes. E já parti para a discussão também. Mas acho que dá para conversar civilizadamente e tirar proveito dessa loucura toda.

O escritor e professor Mortimer Adler acreditava que para que qualquer discussão fosse produtiva, os debatentes deveriam seguir algumas regras básicas de educação e argumentação. Ele chamou esse conjunto de orientações essenciais de “regras de etiqueta intelectual”. 

Sabe onde está faltando isso aí? No Facebook, no YouTube, nos comentários do G1, na internet em geral.

Adler escreveu seu mini manual em 1940, no livro Como Ler Livros. Ele queria ajudar os leitores a terem uma “discussão” frutífera sobre o conteúdo proposto por escritores em suas obras. As ideias dele, entretanto, podem ser transpostas para a internet sem qualquer problema, e estão mais atuais do que nunca.

Vamos a elas:

Como saber se você pode brigar 

Ok. Você leu aquele textão do Facebook defendendo alguma ideia que você julga absurda e, em um piscar de olhos, seus dedos já estão furiosamente digitando um contra argumento. Calma! Antes de começar uma briga (ou melhor, uma discussão civilizada), analise se as regras de etiqueta intelectual foram cumpridas. 

Primeira regra: “Não critique até que tenha completado o delineamento e a interpretação do livro. (Não diga que concorda, discorda ou que suspende julgamento até que tenha dito entendi)”, explica Adler. No nosso caso, troque “livro” por “post polêmico”. Depois, tenha certeza de que você realmente compreendeu o que foi dito antes de começar a argumentação contrária. Nem preciso dizer que não vale comentar (discordando ou concordando!) sem ter lido tudo, não é? 

Segunda regra: “Não discorde de maneira competitiva”. Ou seja, não inicie uma briga (ops, discussão civilizada) para ganhar ou para humilhar quem você está criticando. Discorde para esclarecer algo, para entender o ponto de vista do outro, para aprender mais ou até mesmo para manter a conversa rolando, já que diferenças nem sempre são negativas. Mas nunca para competir.

Terceira regra:Demonstre que reconhece a diferença entre conhecimento e opinião pessoal apresentando boas razões para qualquer julgamento crítico que venha fazer”. Gente, esse Adler era danadinho mesmo! Em 1940 o cara já estava ligado no que viemos a chamar de “pós-verdade” e “fatos alternativos”. Aqui são dois passos. Você tem que separar o que no post polêmico é a opinião do autor e o que é um dado comprovável. Isso vai fazer diferença na hora de bolar a resposta, mas nem sempre é óbvio. Muitos soltam suas ideias sem dizer “eu acho” antes, fazendo parecer que elas são a mais pura realidade. Em seguida, você tem que fazer o mesmo no seu comentário, mostrando o que é um sentimento seu e o que é um fato.  

Como criticar alguém

Se você acha que passou bem pelas regras acima, maravilha, pode soltar a mão na resposta. Adler também elaborou orientações sobre como mostrar um argumento contrário para alguém.

Para ele, o autor de um conteúdo só pode estar errado de quatro maneiras. Ou ele está desinformado, ou está mal informado, ou traçou uma linha de raciocínio errada ou deu uma explicação incompleta. Só. Perceba que, com isso, saímos do mundo do achismo, da raiva, do fanatismo, enfim, das emoções inflamadas. A conversa agora é sobre dados reais. Todas as formas de criticar alguém devem estar nessas categorias. Caso não, seu argumento será emocional e não intelectual. 

Se só existem quatro formas de estar errado, só temos também quatro formas de criticar. Adler dá o caminho:

Mostre onde o autor está desinformado – Se o dono do post polêmico disser, por exemplo, que lugar de mulher é na cozinha porque elas gostam mais de cuidar da casa, mostre essa pesquisa da ONU sobre trabalho doméstico. Ou pergunte a ele se a afirmação, ao invés de um dado, não seria uma opinião dele.

Mostre onde o autor está mal informado – Eu acabei de ver uma foto de Trump jovem com seus pais vestidos de KKK. Se eu tivesse postado essa imagem revoltante você poderia dizer que eu estou com uma informação errada, que o retrato é falso e que a fonte onde eu a encontrei (o Twitter de um desconhecido) provavelmente não é confiável.

Mostre onde o autor foi ilógico – É o famoso “lé com cré”. Diga como a linha de raciocínio (tal ato leva a tal reação por tal motivo) não procede. Por exemplo, “um grande fluxo de imigração em uma área causa aumento da criminalidade naquele local”. Isso já foi desmentido.
 
Mostre onde a análise ou explicação do autor está incompleta – Às vezes, a informação está errada porque não está inteira ou é um recorte de um contexto maior. Isso acontece muito com estatísticas, das quais é utilizada apenas a parte que interessa para o argumento. Fora de uma perspectiva, alguns dados podem ter interpretações bem diferentes.
 
Se você não puder discordar utilizando um ou mais desses métodos, adivinha só, de novo seu problema é emocional e não racional. 

O escritor abre uma exceção, entretanto. Caso você, o crítico, desconfie de que o autor incorreu em algum dos problemas acima, mas não tiver dados para mostrar-lhe esse erro, você pode "suspender o julgamento". Você pode nem concordar, nem discordar, pode ficar "desconfiado em cima do muro". Mas neste caso não discuta. Seja educado.

Não brigue com qualquer um

O escritor elaborou essas ideias para ajudar o leitor a discutir intelectualmente. As ideias são voltadas para quem vai contra argumentar, rebater um conteúdo. Eu acho, entretanto, que talvez possamos espelhar as regras de Adler e, desta forma, usarmos estas orientações para decidirmos com quem vamos brigar.

 Funcionaria assim: qualquer postagem, tuite, artigo, que não cumprissem as regras básicas de “etiqueta intelectual” ou que não passem razoavelmente no teste dos quatro erros não mereceriam resposta. Ou seja, aquele textão tão irritante do Facebook não merece qualquer atenção se não tiver sido escrito com o mínimo de educação e não contiver dados que possam ser comprovados ou rebatidos. 

Eu acredito que, seguindo as ideias de Adler, e adotando algumas extrapolações, brigar na internet passaria a ser um exercício de argumentação e aprendizado bem interessante.

Vamos brigar!


(Lembrando que abuso, bullying e discurso de ódio não devem ser discutidos, mas denunciados). 
 

 


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Como a mídia sensacionalista noticiaria acontecimentos de clássicos literários

O filósofo Alain de Botton visitou a redação do tabloide inglês Sunday Sport com um desafio. Ele queria saber como as grandes tragédias da literatura ocidental seriam noticiadas em um jornal sensacionalista. A dinâmica foi a seguinte, Botton discutia com os repórteres a trama das obras e os caras bolavam as manchetes.

O resultado:

Othelo
Imigrante louco apaixonado mata filha de senador


Madame Bovary
Adúltera viciada em compras engole arsênico depois de falência bancária


Édipo Rei
Sexo com mãe causa cegueira 

A experiência com o jornal foi divulgada em uma palestra de Botton no TED na qual ele fala sobre como repensar os conceitos de sucesso e fracasso.

Ele utiliza o experimento para argumentar como a mídia costuma resumir as narrativas das vidas das pessoas, dividindo elas em “perdedores” e “ganhadores”. Isso, especialmente no caso dos veículos mais apelativos, significa idealização daqueles colocados na primeira categoria, e zombaria dos que caíram na segunda. 

Claro que a “moral da história” é que nada é tão simples assim. E o meu aprendizado particular foi que ninguém nunca em qualquer circunstância deveria ler o Sunday Sport, que eu descobri ser um “jornal” horroroso.

Aqui está a palestra inteira de Botton:

Alain de Botton é autor de vários livros e foca no uso da filosofia em nosso cotidiano, como o pensamento filosófico pode ser útil para os dias de hoje. Ele é fundador da School of Life, instituição que produz conteúdo educativo, entre livros, vídeos e aulas sobre esse tema.
 

 


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Mais sobre rótulos e preconceito

"Mãe, você notou que os nossos posts estão combinandinho?"

Há algumas semanas, minha mãe publicou uma crônica sobre preconceito contra nordestino no blog dela. No mesmo dia, eu havia publicado esse texto aqui sobre o conceito de identidade e como rótulos dificultam qualquer comunicação. Quando percebi a coincidência mandei a mensagem acima para ela.

Aí ela resolveu cruzar as duas referências e escreveu sobre os perigos do "nós x eles" e como o mundo pede mais inteligência e tolerância.

Não é porque é minha mãe não mas, olha, ficou muito bom. 

 


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Conversar com estranhos na internet pode ser bem legal

Toda vez que preparo minha newsletter, troco ideias no Twitter sobre o que estou escrevendo e peço a opinião dos seguidores sobre meus achados bacanas.

Depois de alguns meses seguindo esse ritual, comecei a receber de volta sugestões de livros, bandas, filmes, etc. Que alegria! 

Conversar com estranhos na internet pode ser bem produtivo! Para comemorar, resolvi dividir por aqui algumas das dicas que meus amigos virtuais enviaram. 

Para ouvir

Você conhece Fred Alecrim como o especialista em tendências de varejo e atendimento. Mas eu converso com ele no Twitter sobre música. Quando ele recomendou a Volbeat torci o nariz. "É uma mistura de pop, folk, metal"! Ouvi e acabei curtindo muito. É uma mistureba, mas é legal.

volbeat.png

Para ler

O publicitário, professor e gente boa Sérgio Mendonça recomendou o livro Identidade Cultural e Pós-Modernidade de Stuart Hall (Por causa deste post). A super leitora Soraia Pestana sugeriu a série Twist Me, "romance dark cheio de ação"! E a escritora Graciela Paciência indicou o livro dela.

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Para escrever

Assim como Sérgio, Andreza Mendes é minha amiga real e não só virtual (se bem que a gente só se encontra na internet ultimamente...). Ela está fazendo e me mostrou o desafio das 500 palavras. Consiste, claro, em produzir um texto com essa quantidade de termos todos os dias, por um mês.

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Agora a conversa não pode morgar, né? Continuem o papo e me digam: o que vocês estão lendo, assistindo, ouvindo? 
 

 


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Abaixo os rótulos

O termo “polarização” está sendo muito discutido. Aqui no Brasil, nos EUA, na Inglaterra. Isso porque, em comum, temos o fato de estarmos vivendo momentos políticos digamos… peculiares.

Quero discutir o assunto mais aprofundadamente. Mas, por enquanto, gostaria de compartilhar com vocês uma explicação fantástica que ouvi sobre o conceito de identidade em uma entrevista com a diretora do Museu Nacional de Arte Afro Americana, Johnnetta Cole

Postei tudo lá no Medium

Johnnetta Cole

Johnnetta Cole

 


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Um poeminha otimista

Ouvi dizer que o futuro é horripilante

Com robôs que comem corações pulsantes

As pessoas vão se dobrando e caindo

E a Terra, em dias tristes, vai submergindo

 

E eu ouvi dizer que o futuro já chegou

Por quem fala que conversou

Com Deus, em particular

Sobre juntar gente para guerrear

 

Ouvi dizer que o futuro é barato

De comprar e vender, colhido e plantado

Para queimar e quebrar e construir e levar

E nem se importar com bagunçar ou guardar

 

Mas eu acredito que o futuro é feliz

Que devemos ouvir menos o que se diz

E ajudar a curar quem segura nossa mão

E ser uma luz na escuridão

 

 

Essa é uma versão em português (que eu mesma fiz, ai que orgulho!) deste poeminha otimista de Dallas Clayton. Ele é autor / ilustrador de livros infantis e gosta de combinar textos assim com desenhos de bem coloridos. Às vezes os poemas não fazem sentindo (ou fazem?), parecem bobagem de criança. E, às vezes, os desenhos são monstrinhos. Dallas tem uma página linda no Instagram e vende o produtos dele no site. A arte dele também pode ser encontrada no meio da rua, feita a giz, só porque sim.

 

 


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