O que fazer com as notícias falsas?

O jornalista Jeff Jarvis fez uma lista com medidas que o Facebook poderia adotar para diminuir o compartilhamento de notícias falsas. Outro jornalista, Fábio Penna, fala sobre como nós é que temos que mudar como consumimos informações por lá

 


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“Não tenha medo de ser idealista”

Maria Popova escreve o Brain Pickings há 10 anos. Para comemorar o aniversário, a escritora listou 10 lições de vida que aprendeu neste tempo. Poderia ser um texto motivacional bem bobinho mas, na verdade, é uma coleção de ideias inspiradoras. Combina muito bem com o site que, regularmente, publica opinião sobre filosofia, arte, literatura. 

Maria Popova

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Como criar uma menina feminista

A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie recebeu um pedido diferente. Uma amiga teve neném e pediu para ela dizer como criar a menina de forma que a criança crescesse sabendo da igualdade entre homens e mulheres. Chimamanda acabou publicando esse artigo maravilhoso, com 15 sugestões que servem para adultos também

Minha amiga Chimaminha :)

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Comida orgânica não serve para nada. (um post sobre podcast)

Ouvindo o podcast Science VS, aprendi que os supostos benefícios da comida orgânica (evitar o câncer sendo o principal deles) não foram comprovados cientificamente ainda.

Mas eu nunca fui uma grande defensora ou detratora desse tipo de alimento. Então o título aí é só para chamar atenção. O que eu quero mesmo é falar sobre o podcasts. 

No Science VS, a jornalista Wendy Zuckerman escolhe um “fato” conhecido e vai atrás de evidências científicas para confirmá-lo. Ou não. A última temporada discutiu comida orgânica, controle de armas, hipnose, ponto G, e outros. Os programas têm um toque de humor, mas usa ciência de verdade e a edição é muito interessante. 

Wendy Zuckerman

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Recomendo muito! 

 


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As melhores cartunistas do Instagram

Quem são os artistas mais interessantes do Instagram para vocês?


Eu tenho seguido algumas contas de “tirinhas” maravilhosas e queria fazer uma lista para recomendá-las por aqui. Quando organizei tudo percebi uma coincidência. Todas as elas são mulheres.


Então vamos lá à lista das melhores cartunistas do Instagram do mundo, na minha modesta opinião:


Essa é para quem dificuldade de falar com estranhos


“Marzi” é o apelido da desenhista Maureen Wilson e o nome da personagem nas histórias do Introvert Doodles. Os posts são sobre as dificuldades que os introvertidos enfrentam nesse mundo cheio de festas e conversas com estranhos. As situações são ótimas e super reais. 


Essa é para quem é atrapalhada


As “tirinhas” de Sarah Andersen devem ser um dos conteúdos mais copiados sem crédito na história do Instagram. Você já deve ter visto a personagem descabelada e ligeiramente atrapalhada por aí. A original Sarah Scribbles é sensacional e merece muito ser seguida e compartilhada (com crédito e link!). 


Essa é para quem gosta de ficar em casa enrolada em um lençol


Eu não sei se essa é a intenção, mas eu vejo o personagem de Barely Functional Adult como um menininho enrolado num edredom quentinho. As histórias de Mei Chi são, claro, sobre adultos pouco funcionais, mas do ponto de vista sentimental. Então as tirinhas são sempre emotivas, filosóficas, e fofas no bom sentido.


Essa é para quem quer acompanhar uma grande história


Ou um “pequena” história. Também pode ser. A desenhista Julia Kaye é transsexual e conta nas tirinhas como está sendo o processo de mudança. É interessante acompanhar o processo, que deve ser gigantescamente importante para quem está passando por ele, em uma série de historinhas sobre pequenos momentos do dia a dia. No Up And Out Comic, ela fala sobre usar roupas de menina da frente dos pais, ou ouvi-los chamar pelo novo nome pela primeira vez, por exemplo.


Essa é quem quer perder horas no Instagram


E quem não quer? Rachel Ryle faz animações super lindinhas e depois de ver uma você vai querer ver outra, e outra, e outra. Eu morro de curiosidade para saber como ela faz os vídeos, então quem souber de algum “making of” dela, me avisem. Por enquanto, eu vou só aproveitando a “mágica” das criações dela, onde os desenhos vão se transformando bem diante dos nossos olhos.

 


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Feito é melhor do que perfeito

Quem inventou a frase “feito é melhor do que perfeito” estava certo. Quantas vezes temos ideias que nunca colocamos em prática porque ela não são exatamente perfeitas? Pois aprendi que, na criação de arte, conteúdo ou produto, buscar um conceito à prova de erros não é o melhor caminho. O segredo é colocar a mão na massa e ir evoluindo o projeto na prática.

Mas como diferenciar uma ideia que realmente não está boa ainda de uma sacada que já pode ganhar o mundo? Eu conversei com Emídia Felipe, da EuEscrevo, e Miguel Gaia, da Badoque, sobre mínimo produto viável, um conceito usado nas startups para fazer esta distinção. Eles deram ótimas orientações e o resultado está publicado no Digaí.

 


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#EscolhaAPaixão

E agora? É só me levantar e trabalhar todo os dias?

Sim.

Sozinho?

Provavelmente.

Para quê?

Não está claro.

Por quanto tempo?

Ninguém sabe.

Por que?

Porque é necessário.

Mas e se eu fracassar?

Você vai fracassar.

E aí?

Você decide se vai continuar tentando.

Será que é uma má ideia?

Isso não existe.

Mas e se for horrível?

Pare de duvidar e comece a fazer.

Nós vamos ter esta conversa de novo amanhã?

Se você quiser, sim.

Para onde tudo isso leva?

Pegue suas ferramentas. Trabalhe. E, com o tempo, você vai descobrir.

 

Esse diálogo fantástico é uma conversa imaginária entre aquela parte da gente que quer colocar ideias e projetos em práticas e aquele outro lado do nosso cérebro que fica achando que vai dar tudo errado.

Encontrei essa lindeza no livro Eu Sou as Escolhas que Faço, de Elle Luna. O título em português ficou meio brega. Em inglês é The Crossroad of Should and Must, que é meio difícil de traduzir mesmo. Mas o subtítulo explica bem a ideia do livro: como resolver o dilema entre o que o mundo espera de você e o que você quer do mundo. 

Elle é designer e trabalhou em grandes empresas como o Medium. Resolveu deixar essa parte da carreira para focar em arte, sua verdadeira paixão. Mas não se engane. Essa não é mais uma daquelas histórias do tipo advogada-bem-sucedida-que-largou-tudo-para-vender-brigadeiro-no-himalaia. Sempre que vejo esses relatos só consigo pensar em como essas pessoas pagam as contas!

O livro de Elle é sobre esse outro lado mesmo. Ela largou o emprego, comprou um estúdio e começou a pintar. Felizona. Mas depois bateu todas as dúvidas, medos e inseguranças normais de todo ser humano. Elle escreveu um texto maravilhoso no Medium (hehe) contando essa história

O livro é uma extensão deste texto inicial. Ela não tem as respostas. Ufa, ainda bem. Do contrário, seria uma leitura muito chata. Mas ela dá orientações muito simpáticas como encaixar a paixão na sua vida, de um jeito ou de outro. E fala sobre como mesmo que você não vá largar o emprego para ir vender brigadeiro no himalaia, não é preciso também esquecer tudo aquilo que te deixa feliz. 

De um jeito ou de outro, ou melhor, do jeito que der, #escolhaapaixão. 

 


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Perguntas provocantes

A transformação digital vai libertar a humanidade ou nos prender com correntes virtuais?

As tecnologias de comunicação estimulam a nossa imaginação ou adormecem os nossos sentidos?

As mídias sociais nutrem a ideia de comunidade ou intensificam nosso isolamento? Expandem nossas capacidades intelectuais ou enfraquecem nossa capacidade de reflexão? Fazem de nós melhores cidadãos ou consumidores mais eficientes?

Nos tornamos uma nação de superficialistas, ficamos na falta de profundidade dos estímulos constantes, ou estamos evoluindo para nos tornarmos multitarefas especialistas em síntese, mais inteligentes do nunca?

O que há no horizonte, utopia ou distopia, logo ali na esquina?
— Astra Taylor

Comecei a ler The People's Platform - Taking Back Power and Culture in the Digital Age, de Astra Taylor. Esse trecho, logo no prefácio, já me prendeu. Perguntas provocantes!

 


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Este post pode causar câncer (Ou não. Ou sim)

Quantas vezes já lemos sobre os fantásticos benefícios ou colossais perigos de um alimento ou prática de saúde? Já paramos para pensar que essas matérias podem simplesmente estarem erradas?  A Vox fez uma matéria bem interessante mostrando quais são as principais dificuldades que cientistas enfrentam no trabalho atualmente. Entre os sete maiores problemas está o fato de que a ciência não é bem comunicada ao grande público.

“O jornalismo científico é frequentemente cheio de afirmações exageradas, conflitantes ou simplesmente enganosas”, diz o texto. As principais razões para isso são duas: erros de tradução e erros de intenção.

Acontecem os casos nos quais os jornalistas falham em traduzir as informações científicas para o leitor leigo. É preciso interpretar, resumir e simplificar os dados na hora de escrever o texto. Se o entendimento do repórter não for correto, a divulgação também não será. Já li sobre as dificuldades do outro lado também. Sobre como alguns cientistas têm dificuldade em comunicar para jornalistas os detalhes e a importância dos temas pesquisados. Isso, claro, gera problemas lá na frente.

Mas este é um obstáculo normal para o jornalista sério.

A segunda razão pelo qual a divulgação científica está falhando é mais complicada. A leviandade ou até má fé mesmo. Um título do tipo “tal alimento causa câncer” gera muito mais repercussão do que uma matéria mais moderada e balanceada sobre os andamentos de estudo que mostra a relação de tal elemento químico, com certas células, em um grupo de amostras, etc…

Outro problema, aponta a pesquisa da Vox com os cientistas, é a fato de termos leigos e celebridades falando sobre ciência. Propagando os benefícios disso ou daquilo, demonizando uma coisa ou outra, pregando as soluções tais e tais. Tudo sem qualquer embasamento realmente científico.

Temas de saúde e nutrição parecem ser os que mais se multiplicam com falhas. Quantas vezes já lemos sobre um alimento salvador? Quantas vezes já não vimos informações “inflacionadas” sobre os benefícios de uma nova forma de se exercitar? E quantas vezes essas informações não acabaram sendo retificadas ou até desditas com o tempo?

Para denunciar a impressa sensacionalista e alertar os leitores para não embarcarem nessa onda alarmista confusa, foi criado o Kill or Cure. O site mostra que alimentos matam ou curam o consumidor, ou os dois ao mesmo tempo, de acordo com o jornal inglês Daily Mail. Claro que é uma grande piada. A ideia é mostrar como essa publicação divulga informações contraditórias e levam o leitor a erro. Mas a lista é incrivelmente longa.

(Imagem: Vox)

 

 


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