Mídias Digitais

Comercial não funciona, empresas precisam se comunicar melhor

Cada vez, a comunicação impositiva perde espaço. Sempre lembro daquele comercial antigo que dizia “compre Baton” várias vezes em tom hipnótico. (Vocês lembram?). Com o tempo, a publicidade ficou mais sutil, indireta e até inteligente. Não bastava mais falar “compre”. Esse formato, entretanto, também está perdendo força. Quando foi a última vez que você prestou atenção em um comercial? Quando foi a última vez que não pulou um anúncio no YouTube? Mesmo quando estamos falando de comunicação entre marcas e consumidores, chegamos na era da conversa. Não é mais suficiente apenas propagar o nome da sua empresa. Agora, ela precisa dialogar, de verdade, com o público.

Concorda?

Samantha B é UX writer, ou seja, é especialista em bolar conteúdos para ferramentas digitais tendo as necessidades do usuário como foco. Dia desses, li um artigo dela que falava o seguinte:

“Vamos encarar os fatos. O marketing tradicional simplesmente não funciona. Os dias de fazer um comercial de TV para dizer ao seu público que “Detergente Super-Branco é a marca que mães de confiança usam no momento” já se foram há muito tempo. Seu público é bombardeado com mensagens de marketing insistentes e sem sentido, todos os dias, de todos os lados, e é por isso que as pessoas são tão boas em ignorá-las. Hoje, as marcas precisam se concentrar no engajamento e na construção de relacionamentos de qualidade com cada cliente, de uma maneira que seja significativa e valiosa. É isso mesmo, cada cliente. Soa duro, certo? É preciso muito cuidado, planejamento e atenção, mas certamente é possível, e é extremamente gratificante”

Desenvolver essa comunicação “significativa e valiosa” é o desafio de todos que trabalham na área e de todos os negócios que querem gerar impactos positivos reais.

O que você acha?

Leia mais sobre criar conversas relevantes com os clientes

(Imagem: Liwordson / Nappy)

 


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Redes sociais são para comunicação, não para conexão

As redes sociais são ao mesmo tempo uma maravilha e uma complicação. Individualmente ou como sociedade ainda temos muita dificuldade em usar o lado bom do Facebook e afins sem nos perdermos nos problemas que estas mesmas ferramentas causam. A pesquisadora Brené Brown tem uma boa ideia de como podemos resolver esse dilema.

Provocada pelo fotógrafo Chase Jarvis a mostrar a face positiva das redes sociais, ela explicou:

“Acho que as mídias sociais são ferramentas de conexão ruins. Se nós as estivermos usando para falar uns com os outros, eu acho que elas são muito úteis. Se nós as estivermos usando como nossa única forma de conexão com os outros, elas nos deixam na mão”

Ela continua explicando que, atualmente, mantém contato via internet com a melhor amiga, Eleanor, mas que a relação das duas é forte não por conta das conversas pelo Facebook, e sim, por causa de todas as horas que elas já passaram juntas na vida real conversando, dirigindo, dando risadas. Ou seja, as redes sociais não substituem uma conexão verdadeira com outra pessoa, mas nos ajudam a manter a comunicação com quem está longe.

Brenè Brown estuda vulnerabilidade e vergonha há mais de 20 anos e é autora de diversos livros sobre o assunto. Recentemente, ela estreou um especial na Netflix no qual resume o que aprendeu nessas duas décadas de pesquisa. Entre os temas que ela aborda, um dos que eu mais gostei foi sobre como enfrentar os troll da internet (e da vida real).

Chase Jarvis é fundador do Creative Live um site com aulas, vídeos, podcasts e artigos sobre criatividade.

A entrevista de Jarvis com Brené está neste vídeo. O papo sobre redes sociais acontece aos 36m25s.

 


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Você conversa com seu cliente?

O funil de conversão mostra que as vendas acontecem depois que o cliente passa por uma série de etapas na interação com a empresa. Existem algumas variações mas, em geral, este caminho tem as seguintes fases: atração, conversão, venda, fidelização. Primeiro, a marca se faz visível, em seguida ela inicia uma conversa com o possível comprador, depois a transação é fechada e, por fim, o cliente volta para comprar de novo. Quero falar sobre uma dessas partes. Como você conversa com o seu cliente?

Como explicar um assunto complicado para o cliente?

A Garimpo UX é uma empresa de consultoria em design de experiência do usuário que percebeu que muitos potenciais clientes não entendiam bem esse serviço. Fernanda de Oliveira, designer e empreendedora da Garimpo, me procurou para escrevermos uma série de artigos explicando o que é essa especialidade e qual a importância dela em projetos inovadores.

Saiba mais sobre esse esforço educativo

Foto:  William Iven  / Unsplash

Foto: William Iven / Unsplash

Sobre o que conversar com o cliente?

O que esse conteúdo proporcionou? A empresa tornou-se mais visível e iniciou uma conversa com possíveis interessados em contratá-la. O próximo passo então foi fazer com que esse papo tivesse continuidade e ficasse cada vez mais interessante. Decidimos elaborar mais uma série de artigos, desta vez, misturando temas técnicos com outros mais filosóficos.

Para continuar tirando dúvidas das empresas contratantes, falamos sobre quais são os tipos de protótipo e como usar cada um deles. Mostramos o que é um teste de usabilidade e como ele deve ser aplicado em um projeto. E disponibilizamos uma lista de alternativas para empreendedores que precisam arrumar dinheiro para tirar uma iniciativa do papel.

Percebemos também a necessidade de falar sobre algumas angústias que povoam a mente de quem trabalha com inovação. Por isso, fizemos um conteúdo só sobre o papel do fracasso no caminho para as grandes realizações. Mostramos como a empatia pode ser uma forma de gerar negócios responsáveis. E falamos sobre como estimular a criatividade e manter a mente aberta para novas ideias.

Conversas sobre design e empreendedorismo

Abaixo, todos textos produzidos para a conversa entre a Garimpo e seus clientes. Os temas são, na verdade, interessantes para empreendedores em geral e para qualquer pessoa que queira saber mais sobre design e inovação na prática.

Com MVP ou protótipo em mãos, onde buscar financiamento?

Quais são os tipos de protótipos e o uso de cada um

Empatia pode ser a chave para gerar negócio e tornar o mundo melhor

O projeto é ótimo mas, funciona? Tudo sobre testes de usabilidade

O lado bom do fracasso

Como ter grandes ideias

CoCriação: usuário e especialista juntos desenvolvendo soluções efetivas

Como ter uma boa conversa?

O segredo para uma interação proveitosa com um possível cliente é o mesmo para o sucesso de qualquer bate papo. O tema e o estilo da conversa devem agradar aos dois lados. Foi nas interações durante os trabalhos que a equipe da Garimpo percebeu as dúvidas, dores e interesses dos clientes. O próximo passo foi pensar em como ajudar de uma forma que também fosse valorosa para a empresa. Que assunto beneficia tanto a Garimpo quanto o leitor? Que formato é viável para a Garimpo e atrativo para o leitor? Essas são as perguntas essenciais para qualquer empresa que queira conversar com o cliente.

Mais novidades vindo por aí

E o papo continua! A terceira parte da série de conteúdos para a Garimpo já está em produção. terminou. Fica o convite: acompanhe os artigos, comente e compartilhe.

E se você também trabalha com uma especialidade que precisa ser bem explicada ou quer produzir conteúdo educativo para os clientes, fala comigo.

Foto do cabeçalho: Joshua Ness / Unsplash

 


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Whatsapp não é lugar para ler notícias

Hoje estourou a notícia de que um grupo de empresários comprou pacotes de disparos em massa pelo WhatsApp contra o PT. Como diz a reportagem da Folha de São Paulo, “a prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vetada pela legislação eleitoral, e não declarada". Essa informação é mais uma confirmação do nós já sabíamos: WhatsApp não é veículo de notícia.

No aplicativo é onde encontram-se a maior parte das informações falsas. Para o IJNet, informativo da rede internacional de jornalistas, Tai Nalon, que é diretora e cofundadora da plataforma de fact-checking Aos Fatos, disse: “temos no Brasil uma cultura de comunicação por mensageiros como WhatsApp por meio dos quais alimenta-se boatos de toda sorte. É impossível saber, pela natureza dessas ferramentas, quantas pessoas foram expostas à desinformação e quanto material de origem duvidosa existe ali.”

Com as eleições, o problema ficou pior. Em matéria da Vice Brasil, Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab, centro de pesquisa em Internet e direito, diz: “Bolsonaro começou essa campanha faz muito tempo. Muitos desses grupos de WhatsApp, muitas das páginas de apoio a ele estão no ar há anos. A distribuição parece ser feita por voluntários, mas a produção de conteúdo tem estratégia, segue um caminho claro, as mensagens estão ali. Isso tem cara de campanha”.

Com o uso mais forte do aplicativo para fins eleitorais, vieram também as fake news. A Folha mostrou um estudo em conjunto da USP, UFMG e da Agência Lupa que analisou o grau de veracidade de 50 imagens que mais circularam em grupos de WhatsApp entre os dias 16 de agosto e 7 de outubro de 2018, período de campanha do primeiro turno das eleições. Segundo o levantamento, apenas quatro imagens eram verdadeiras.

Assustador, não é?

O WhatsApp é uma maravilha para se comunicar com o grupo de amigos, para falar com as pessoas sem pagar ligações e, no meu caso, para saber as novidades da minha amiga que se mudou para a Inglaterra e receber fotos dos meus sobrinhos lindos que moram no Rio e em São Paulo. Vamos usar a ferramenta só para isso mesmo, combinado?

 


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Assine a news e receba grátis os melhores conteúdos da internet

Todo mês, envio para os assinantes uma newsletter caprichada com vários links interessantes. De robôs assassinos a obras de Picasso em 3D, a news já viu de tudo mas, em geral, conversamos sobre comunicação, arte, criatividade e essa loucura que é a internet. Para melhorar ainda mais os conteúdos, resolvi fazer mudanças no formato. Quero apresentar as novidades!

A news passou a ter duas diferenças: mais links e visual novo. A repaginação ainda está em andamento e está sendo feita pela minha amiga e designer Juliana Dias. Já o recheio está todo reformulado com seções, dicas e mais notas. Então, quero mostrar para você as novas “editorias”:

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COMUNICAÇÃO DO BEM - No começo da news, teremos links sobre Comunicação do Bem. Essa é a filosofia que está norteando tudo que produzo e publico aqui no blog.

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IDEIAS PROVOCANTES - Essa parte é dedicada a todas aquelas matérias que despertam um “opa, nunca tinha pensando nisso” no nosso cérebro. É um convite para colocar novas ideias na cabeça e desafiar as antigas.

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VAMOS CONVERSAR MELHOR - De vez em quando, topo com uma matéria tão bem feita que quero mostrá-la para todo mundo. Esse pedaço da news é dedicado ao jornalismo bem feito.

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PARA OUVIR - Já falei que sou a louca dos podcasts? Já, né? Pois bem, dediquei uma parte da news para recomendar pods, entrevistas e reportagens em áudio.

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PARA LER - Nas pesquisas para as pautas, acabo encontrando muita leitura interessante por aí. Nessa seção da news, tudo o que achei interessante recomendar para você ler também.

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PARA VER - Uma seção dedicada a dicas de filmes, documentários e artes visuais. São indicações de criações bonitas ou provocadoras.

O que você acha?

Para mim, a news é uma conversa. Adoro separar os conteúdos, mas gosto mais ainda de receber emails e tuítes com comentários, ideias e sugestões. Por isso, deixo o convite: assine e mande suas indicações. O que você está lendo, vendo e ouvindo?

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O que é design de experiência e porque ele é tão importante na inovação

A Garimpo UX é uma empresa especializada em design de experiência. O problema? Ainda tem muita gente que não sabe nem o que é isso. Parte do trabalho de vendas é justamente explicar para potenciais clientes a importância do serviço. Nesse esforço educativo, a empreendedora da Garimpo, Fernanda de Oliveira, me procurou para escrevermos uma série de artigos mostrando o que é essa especialidade do design e qual o papel dela em projetos inovadores.

Depois de algumas conversas, identificamos quais eram as principais dúvidas dos clientes e os temas que poderiam chamar a atenção de quem poderia usar os serviços da empresa. Com isso, foram escritos seis textos com cases, referências e depoimentos explicando os pontos básicos do design de experiência.

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Mas… o que é design de experiência mesmo?

Mais conhecido no meio profissional pela sigla em inglês UX (user experience), esta especialidade é a área do design que estuda a melhor forma de uma pessoa utilizar um produto.

Agora que já esclarecemos isso, é só conferir os artigos e ficar super por dentro:

Saiba a resposta para 8 perguntas comuns sobre UX

Veja o que o design de experiência do usuário pode fazer por sua empresa

Saiba o que é MVP e como esse método pode ajudar a testar produtos no mercado

Design Thinking e Design Sprint: pensar como designer pode fazer toda diferença em um projeto

Como o Design Sprint ajudou um empresário a testar uma inovação no mercado com baixo investimento de tempo e dinheiro

Como transformar uma ideia em um negócio rentável

Novidades vindo por aí

A série não terminou. Novos conteúdos já estão sendo produzidos. Desta vez, o foco não será exclusivo no design de experiência e outras questões do empreendedorismo e da inovação serão abordados. Entre os futuros temas estão: financiamento, empatia, o lado bom do fracasso, e como maximizar a criatividade. Fica o convite: acompanhe os artigos, comente e compartilhe.


E se você também trabalha com uma especialidade que precisa ser bem explicada ou quer produzir conteúdo educativo para os clientes, fala comigo.

Foto do cabeçalho: Rob Hampson on Unsplash

Foto do post : rawpixel on Unsplash

 


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Acompanhe a maior conferência de startups do Nordeste

Amanhã (13/09), será realizada a terceira edição da maior conferência de startups do Nordeste, a Mangue.Bit.

Eu estarei por lá fazendo a cobertura e conhecendo as novidades. Você pode acompanhar tudo pelo Facebook ou Instagram da Manguez.al, a comunidade empreendedora do polo digital do Recife.

Arte para a Mangue.Bit feita pelo  Estúdio Cargo , que faz parte da comunidade empreendedora.

Arte para a Mangue.Bit feita pelo Estúdio Cargo, que faz parte da comunidade empreendedora.

Tudo sobre a Mangue.Bit

Com um dos maiores ecossistemas de startups da América Latina, o Brasil é um celeiro e inovações tecnológicas. De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups o país tinha em 2017 mais de 5 mil empresas com este perfil - um número que pode duplicar em 2018. Assim, é cada vez mais importante que empresas se conectem e troquem experiências em um ambiente tão fértil.

Dentro desse cenário, fomentar as conexões entre as empresas é fundamental. É com este objetivo que empreendedores pernambucanos promovem a Mangue.Bit 3.0. O evento será dia 13 de setembro no Armazém Itaipava Armazém 14, das 9h às 17h. O objetivo é promover um ambiente fértil para troca de conhecimentos e negócios com as melhores empresas do cenário brasileiro de inovação.

Mangue.Bit 3.0

13 de setembro de 2018

Das 9h às 17h

No Armazém Itaipava 14 - Recife Antigo

 


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O que é fake news segundo o Facebook 

Recentemente, o Facebook divulgou um vídeo mostrando o trabalho da equipe contratada pela empresa para combater as fake news e as páginas falsas na plataforma. O esforço ainda está no começo mas, as bases técnicas para as ações já foram definidas e parecem bem interessantes. Um destaque é como o Facebook define fake news.

Para começo de conversa, os funcionários que aparecem na divulgação evitam o termo “fake news”. Eles falam de “notícias falsas”, “informação errada” ou “desinformação”. Muitos veículos têm feito o mesmo, já que o termo passou a ser usado para atacar a imprensa. A empresa admite que há muito conteúdo que pode ser encaixado nesses rótulos e que determinar o que é ou não “falso” é muito difícil. 

Os quatro tipo de posts de acordo com veracidade e intenção

Eduardo Arino de la Rubia, gerente de ciências de dados do Facebook, explica essa dificuldade no vídeo. Ele mostra o problema usando um gráfico onde, no eixo horizontal temos o nível de verdade de uma informação e, no vertical, temos uma escala da intenção de enganar. No cruzamento dos dois elementos, os dados e a motivação, vamos encontrar a medida de quão perniciosa é a postagem. Ele divide esse gráfico em quatro. 

A parte de baixo é a mais tranquila. No canto inferior esquerdo temos post com pouca verdade, mas também, pouca intenção de enganar. “Isso é só estar errado na internet, acontece”. No canto inferior direito, estão as postagens com informações bastante corretas e com baixa motivação de enganar. “Espero que aconteça um dia”, brinca Rubia.

É na parte de cima que a coisa fica feia, pois há intenção de enganar ou, no mínimo, de confundir. 

O canto superior direito tem posts com muita verdade, mas também, muita intenção de levar o leitor a uma certa conclusão. Atenção: não é notícia falsa. É informação manipulada. “É propaganda”, diz Rubia. Um bom exemplo dessa situação são postagens com dados estatísticos corretos, mas tirados de contexto para induzir o leitor a uma determinada interpretação. 

E então, a pior parte. O quadrante superior esquerdo, onde estão os posts com pouca verdade e muita intenção de enganar. Estas são as “notícias falsas” propriamente ditas. “Esses são os conteúdos pensados para serem virais, são as mentiras fabricadas”, explica Rubia.

Combatendo as notícias falsas

No vídeo, o gerente de dados, diz que o Facebook tem que acertar no combate a esse último tipo de post. O restante, para ele, estaria no campo da liberdade de expressão, uma área na qual a rede social não quer entrar. Isto porque o Facebook luta para manter o status de plataforma neutra. A filosofia é que não cabe à gigante controlar o que é postado, apenas oferecer o espaço e deixar que os consumidores decidam por si. O Facebook está agindo e mostrando (um pouco) o que eles estão combatendo e o que estão “deixando passar”. O resto, é com a gente.
 

 


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