#AustinKleon

Newspaper blackout: Poesia escondida nas notícias dos jornais

A ideia do artista gráfico Austin Kleon é assim. Você pega um jornal e passa caneta preta nas palavras deixando só algumas de fora. Essas restantes devem formar alguma frase interessante. Isso é o newspaper blackout. Resolvi tentar:

Escrever. Eu escrevo. Existem muitas coias que você precisa fazer.

Escrever. Eu escrevo. Existem muitas coias que você precisa fazer.

Brigando, infinitamente. O motivo: reconhecimento de seu nome.

Brigando, infinitamente. O motivo: reconhecimento de seu nome.

 


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As melhores newsletters do mundo

ATUALIZAÇÃO EM 9 DE AGOSTO DE 2018

Mesmo com a caixa de email sempre cheia, arrumo tempo para ler algumas newsletters que eu acho interessante.

Com tanta notícia disponível o tempo todo em todos os lugares, um email marketing tem que ser realmente muito bom para ganhar a atenção do leitor.

Para mim, o que faz uma newsletter ser boa é:

  • Conteúdo curto.
  • Texto leve.
  • Informações relevantes.
  • Personalidade.
  • Visual bonito. 

Pronto acabou. É isso aí.

Minhas newslettters favoritas

Minhas news favoritas acertam nesses itens, algumas priorizam o visual, outras o conteúdo, e todas são ótimas. Por isso, elas não só ganham o meu clique como eu até fico feliz quando as vejo na minha caixa de entrada.

Vamos a elas?

O Spam - da Perestroika

Como eles mesmo brincam, a news chega toda segunda-feira “a princípio”. Quatro ou cinco links legais. E fim de papo.
 

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Austin Kleon

Toda semana, uma lista com 10 itens que o escritor e artista plástico achou interessante. Livros, filmes, notícias, ideias. 

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Changes of Tomorrow - da Hyper Island

Como vai ser o nosso futuro? Toda edição, a news traz novas respostas para essa pergunta, com uma curadoria caprichadíssima. 

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Farol Jornalismo

A melhor newsletter brasileira para jornalistas e não se fala mais nisso. São links e discussões sobre as últimas notícias sobre comunicação, além de notas sobre as pesquisas mais interessantes na área. 

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O que estamos lendo - do Nexo

Semanalmente, a equipe do jornal envia alguns links de reportagens e pesquisas que chamaram a atenção dos repórteres e editores. Sempre tem assunto interessante.

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Hysteria das Galáxias - da Hysteria

Muita dica cultural boa: música, livro, matéria, vídeo, e mais.

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What a Day - da Crooked Media

A única newsletter sobre política que faz você rir. (e que não tem problema em publicar palavrões de vez em quando).

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Assina a minha também

E já que estamos falando no assunto, deixo o convite para você assinar a minha news. Todos os meses, envio um apanhado de ideias interessantes que encontrei pela web.

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POST ATUALIZADO EM: 9 DE AGOSTO DE 2018

 


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Ninguém lê mais nada?

Tenho uma meta de ler (pelo menos) 12 livros por ano, todos os anos. É uma meta modesta, mas vamos lá. Esses dias, entretanto, me deparei com um texto no Medium no qual o autor declara, logo na primeira linha, só ter lido quatro livros no ano passado. Mas o artigo é exatamente sobre isso.

Na sua argumentação, com o título bem direto  de Why Can't We Read Anymore, Hugh McGuire acusa a internet de atrapalhar suas leituras e discute se não estamos todos, como ele, gastando muito tempo em sites e apps e pouco com livros.

O problema de McGuire me lembrou essa arte que Austin Kleon gentilmente colocou em seu site para download gratuito. É a minha tela de proteção no celular agora.

Em 2014, o danadinho do Austin leu 70 livros! 70! No blog ele explicou que segue algumas regras básicas para ler bastante. Eu concordei com todas, mas a mais interessante para mim é: se você não estiver nem se divertindo nem aprendendo com um livro, jogue ele na parede. Não me obrigo a ler livro chato.

Há alguns dias, li uma coluna de Suzana Herculano Houzel sobre os efeitos da literatura de fantasia no cérebro do leitor. Suzana é a mulher mais inteligente do Brasil, e que nome bonito ela tem né? No artigo, ela explica que quando lemos um livro como  os de Harry Potter, aceitamos a "mágica" na história e não ficamos procurando descobrir como o truque aconteceu, o que faríamos, na vida real, se tivéssemos, por exemplo vendo um show de um mágico. Ao aceitar o lado fantástico de uma narrativa, sem buscar explicações, nosso cérebro se abre para uma nova experiência. E isso faz bem. Dá uma sensação de "surpresa e prazer para o nosso cérebro, que fica atento, querendo mais". Suzana falou, está falado.

Márcia Lira, do Menos 1 na Estante, tem a mesma meta modesta que eu. #12livrosem2015. No blog, dá para acompanhar e comentar as aventuras literárias dela. Eu estou acompanhando o meu progresso pelo GoodReads (Me add!). Já cumpri 67% da meta. Mas o importante mesmo é que li livros muito bons até agora.


E vocês, estão lendo o quê? Se divertiram? Conseguem ler algo ou não largam o celular?

[Clica lá no título para curtir e comentar, vai!]


 


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