#criatividade

Feito é melhor do que perfeito

Quem inventou a frase “feito é melhor do que perfeito” estava certo. Quantas vezes temos ideias que nunca colocamos em prática porque ela não são exatamente perfeitas? Pois aprendi que, na criação de arte, conteúdo ou produto, buscar um conceito à prova de erros não é o melhor caminho. O segredo é colocar a mão na massa e ir evoluindo o projeto na prática.

Mas como diferenciar uma ideia que realmente não está boa ainda de uma sacada que já pode ganhar o mundo? Eu conversei com Emídia Felipe, da EuEscrevo, e Miguel Gaia, da Badoque, sobre mínimo produto viável, um conceito usado nas startups para fazer esta distinção. Eles deram ótimas orientações e o resultado está publicado no Digaí.

 


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Como superar o bloqueio criativo na hora de escrever

Quem nunca sofreu diante de uma página em branco? O cursor piscando também não ajuda muito. 

Algum tempo atrás, minha amiga Andreza Mendes escreveu sobre esse tema. O artigo, Como superar o bloqueio criativo na hora de escrever, foi publicado no Digaí e é baseado nos aprendizados dela com o livro Accidental Genius de Mark Levy. Eu adorei.

Lendo o post de Andreza, eu percebi que eu já fazia algumas das ações que ele recomenda e que elas realmente funcionam.

Uma delas é ouvir música na hora de escrever. Esse post, por exemplo, está sendo feito ao som de Steel Meets Steel do Hammerfall (estou numa vibe retrô hoje, ouvindo coisa antiga).

Leiam o post de Andreza aqui. Depois, me digam o que acharam. E me falem o que vocês ouvem na hora de criar!

(Eu e Andreza estamos envolvidas em outro projeto, o 3 girls, a bunch of books)

 

[Clica lá no título para curtir e comentar, vai!]

 


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“Ser criativo é experimentar. Mesmo fazendo careta”

Estou preparando uma pauta bem legal sobre o lançamento de um livro editado pela minha amiga Karla Vidal. A obra abre uma série chamada de Professor Criativo, que fala (claro) de educação, criatividade e tecnologia. A matéria está quase pronta e será publicada aqui, aguardem só mais um pouquinho.

Na tarefa de editar esse texto, topei com esse depoimento muito legal sobre criatividade que eu resolvi “adiantar” por aqui. A fala é da pesquisadora Leila Ribeiro, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo.

“Educador criativo é aquele que não tem medo de conhecer, não se esquiva do novo, questiona o que todo mundo segue sem questionar e experimenta, mesmo fazendo caretas. Ser criativo não é um dom, muito menos um conceito de “ser artista”. Ser criativo é pensar diferente do igual, é tentar outras maneiras, mesmo que pareça existir apenas uma. Ser curioso é essencial para o professor criativo. Sempre faço uma analogia com Alice no País das Maravilhas: ela não tinha medo do que via e tudo era completamente fora do convencional. Alice era uma exploradora, não havia perigos ou príncipes para salvá-la, só havia um mundo incrível para ser desbravado e conhecido por ela”.

Muito bom, não é?

 


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