Comunicacao

O que eu faço?

Muito frequentemente, recebo mensagens perguntando se eu trabalho com isso ou aquilo, se atendo tal tipo de cliente, se presto tal serviço. Eu adoro mas, fiquei achando necessário esclarecer essa dúvida. Deixa eu falar para você o que eu faço: eu escrevo conteúdo para empresas. Mais detalhadamente, eu produzo textos para sites, blogs, ebooks, newsletters, apresentações, relatórios, entre outros. 

Conteúdo de comunicação

Às vezes, o cliente precisa de um produto específico. Recentemente, escrevi dois ebooks para uma escola de investimento. Eles têm uma consultoria de comunicação que propôs a elaboração das publicações. Com o OK do cliente para a ideia, a consultora me contratou para escrever os livros digitais. Foi um trabalho muito legal.

oqueeufaco.png

Estratégia de comunicação

Outras vezes, o cliente ainda não tem uma estratégia em mente, apenas uma necessidade. “Preciso vender mais”, “preciso atrair um público mais próximo ao que eu faço”, “preciso explicar ao meu consumidor como funciona o meu serviço”. Nesses casos, eu ajudo a empresa a solucionar a demanda por meio de estratégias ou conteúdos de comunicação.

Mês passado, um amigo me procurou para organizar uma campanha beneficente. Conversamos sobre o que a ação precisava e como seria a melhor forma de pedir a contribuição do público. Decidimos quais seriam as melhores plataformas (foi feito um site e espaço no Catarse) e eu escrevi os textos do release institucional e da página para as doações.

O que você precisa?

Agora que você já sabe o que eu faço, quero contar mais detalhes sobre os desafios e soluções desse trabalho. Estou preparando uma série de posts para compartilhar com você os exemplos de criação de conteúdo e estratégias dos meus clientes. Quem sabe algumas dessas ações não é exatamente o que o seu negócio precisa?



 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços

Qual é a cor dos olhos da pessoa com quem você está conversando?

O ator Alan Alda tem diferentes projetos para ajudar as pessoas se comunicarem melhor usando algumas técnicas que ele aprendeu ao longo de décadas de teatro e cinema. Um elemento muito pequeno dentre suas várias ideias interessantes chamou minha atenção: às vezes prestamos tão pouca atenção ao nosso interlocutor que não notamos nem mesmo suas feições. Alda sugere que reparar, por exemplo, na cor dos olhos da pessoa com quem estamos conversando faz toda a diferença.

Eu não tinha parado para pensar sobre isso, mas realmente temos várias interações apressadas durante o dia. A correria é grande e nossa atenção, limitada. A vizinha no elevador estava de sapato ou sandália? O motorista do Uber tinha barba ou não?

Aprendi sobre as iniciativas de Alan Alda em uma edição recente do podcast Hidden Brain, da NPR. Na entrevista, o ator fala sobre diferentes exercícios de empatia mas, ao final da conversa, ele conta sobre com algumas das técnicas podem ir perdendo a força conforme o dia vai ficando mais estressante ou vamos ficando sem muito tempo livre. Daí veio a ideia de uma ação empática fácil de ser colocada em prática:

“Percebi que seu eu simplesmente notasse a cor dos olhos da pessoa… Às vezes estou conversando com uma pessoa há 15 minutos e me pergunto ‘estou realmente olhando para ela?’ Aí percebo que há uma mancha onde deveria ser o rosto dela. E isso não ajuda a formar uma conexão com a outra pessoa. Eu acho que quando eu realmente olho para você com atenção, algo muda no meu rosto, acho que fico um pouco mais focado em você, um pouco mais acessível, e isso muda algo em você também. Isso cria uma interação dinâmica no qual eu mudo um pouco e você muda um pouco e assim por diante”.

Não é interessante? Vou experimentar isso da próxima vez que tiver que falar com algum estranho e ver o que acontece.

Ao final da conversa, Alda ainda deu um ótimo incentivo para procurarmos ser mais empático uns com os outros. “Quanto mais empatia tenho, menos irritante as pessoas ficam”.

Foto: Alexandru Zdrobău para a Unsplash

 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços

Vamos fazer comunicação do bem?

Você está enlouquecendo na internet? Eu também.
Não entende como é que pode tanta briga e desentendimento? Eu também.
Por isso quero deixar um convite: vamos fazer uma comunicação do bem?
Tenho estudado bastante sobre como o nosso cérebro lida com a informação, como nossos vieses complicam o diálogo, como as redes sociais potencializam tudo isso. Estou fascinada com o que tenho aprendido e animada para dividir tudo isso por aqui. Vamos nessa?

Comunicação do bem

Por estímulo (obrigação) do curso que estou fazendo sobre empreendedorismo para jornalistas, tive que pensar no propósito do meu trabalho. Além da necessidade humana de pagar contas, o que me faz produzir? Nesse exercício, a resposta super óbvia para mim foi: fazer comunicação do bem. 

Eu ainda não cheguei à uma definição única para esse conceito. Mas é a pergunta que está me movendo, ultimamente. E é esse desafio que eu quero dividir com você. Vamos pensar juntos o que é uma comunicação inteiramente do bem? Uma comunicação que agregue e não divida. Que informe sem encher o consumidor de dados que ele não consegue processar. Que ajude na conversa e não na briga. Que promova o entendimento e não só o “ganhei a briguinha no Facebook”.

Tenho milhões de ideias de conteúdo sobre tudo isso e quero contar com você na discussão.

BlogPostComunicacaoDoBem.png

Comunicação do bem para empresas

A provocação do curso também me fez pensar em como traduzir essa filosofia para ajudar empresas a se comunicarem melhor. Claro que toda marca quer vender. Mas como vender sem ser chata, respeitando as pessoas, e sendo uma força do bem no mundo?

Também tenho várias ideias nessa área também.

Vamos nessa?

Por enquanto, eu queria começar apresentando o conceito. A #ComunicacaoDoBem será o guia do que virá por aí. E você está convidado.

Imagens: Pixabay e Nappy

 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços

Plataforma gamificada promove o diálogo amigável entre divergentes

Você acha que estamos nos comunicando melhor ou pior ultimamente? Metade de mim enlouquece com o tipo de discussão que vemos no Twitter ou no Facebook. E a outra metade está fascinada por estudar formas de melhorar isso. Então, fiquei muito feliz quando descobri a #vamosconversar, uma plataforma para promover diálogos mais amigáveis entre pessoas que pensam diferente.

A iniciativa foi criada pelas jornalistas Ana Addobbati e Janaína Lima durante uma imersão de 48 horas em Human Centred Design, com apoio do Sistema Jornal do Commercio, no Recife, em outubro de 2017. Eu fiquei curiosa para entender melhor a ideia e mandei um email para elas perguntando. Olha só o que elas disseram:

O que é a plataforma #vamosconversar?

A plataforma é um dos dez projetos acelerados no primeiro New Ventures Lab, promovido pelas Chicas Poderosas no Brasil. O laboratório de novos negócios apóia mulheres envolvidas em iniciativas de mídias digitais independentes.

A #vamosconversar surgiu a partir da identificação da polarização político-ideológica existente nas conversas atuais da comunidade digital. “Durante a pesquisa com o público, detectou-se que as conversas estão sendo majoritariamente conduzidas para fóruns privados, por medo da ação dos haters – opositores ideológicos que se protegem através do computador para atacar quem pensa diferente”, explica Ana Addobbati.

Ilustração de  Inês Barracha  para a  Chicas Poderosas .

Ilustração de Inês Barracha para a Chicas Poderosas.

A dificuldade de sair da bolha

As jornalistas identificaram a indisposição dos internautas de sair de suas “bolhas” para conversar ou absorver informação de fontes que não estejam em seus círculos de amizade e partilhem seus pontos de vista. O grande problema é que as bolhas isolam as pessoas, impedindo o diálogo construtivo e a troca de ideias. “Isso tem gerando um ciclo infindável de ouvir apenas o nosso similar, bloqueando o acesso ao debate qualificado e à pluralidade de ideias”, explica Janaina.

Inteligência artificial ajudando na conversa

A ideia do #vamosconversar é desenvolver uma plataforma de matchmaking, que irá conduzir opositores no campo das ideias para um debate, cuja qualidade dos participantes será medida pela capacidade de argumentação, dados, fontes validadas e a ausência de ofensas. O melhor debatedor será premiado. A solução está pensada para usar gameficação e inteligência artificial. Toda a mediação das conversas será feita por um bot.

E aí?

Eu achei a ideia muito boa!  E você, o que acha? Toparia sair da bolha para conversar com um “opositor” com a ajuda da tecnologia?

Mais sobre o tema:

Como brigar na internet

Como mudar a cabeça de quem pensa diferente

Trocando ideia com quem pensa diferente

Porque discutir na internet

Com informações do #vamosconversar

Imagem do cabeçalho: Nappy

 

 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços

Não leia apenas o conteúdo mais popular

No meio do escândalo da “mineração” de dados do Facebook pela Cambridge Analytica, uma resposta comum foi #DeleteFacebook. Eu discordo. Mas acho que temos que mudar radicalmente nosso relacionamento com a rede de Mark Zuckerberg. Acho que precisamos sair da armadilha do conteúdo popular.  

(Descrição da imagem: Homem jovem usa o computador. Atrás dele, o fundo da imagem mostra os ícones de diferentes redes sociais como Twitter, Facebook e YouTube)

Facebook (e 99% das outras ferramentas de conteúdo digital) prioriza os posts mais clicados. Quanto mais clicado for um post, mais ele será visto e mais ele será clicado, criando um ciclo eterno de popularização do conteúdo popular. 

Para quem quer consumir notícias, esse processo é insano! (Sim, eu já disse isso antes). Não podemos ler apenas as matérias mais lidas. 

Por causa dessa discussão, lembrei de um post meio antigo de Seth Godin que se encaixa perfeitamente nessa conversa. É sobre como os conteúdos mais populares não são, necessariamente, os mais significativos. Veja o que ele diz e me diga o que você acha: 

Se tudo que você consome é a lista das mais lida, se tudo que você ouve são os hits, se tudo o que você come é o item mais popular no menu - você está perdendo

A web nos levou a ler o que todo mundo está lendo, o hit do dia. Mas popular não é o mesmo que importante. Popular não é o mesmo que profundo. Popular nem é o mesmo que útil. 

Para tornar algo popular, o criador deixa de fora as partes difíceis e amplifica os riffs que agradam a multidão. Para fazer algo popular, o criador sabe que está mudando as coisas em troca de atenção. 

As músicas que você mais ama, a trilha sonora da sua vida - quase nenhuma delas foi a número 1 nas paradas da Billboard. E o mesmo vale para os livros que mudaram a maneira como você vê o mundo ou as lições que transformaram sua vida. 

Popularidade não significa "melhor". Significa, meramente, popularidade".   
 

Image: Pixabay
 
 

 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços

Não tem tempo para ler notícia? Ouça matérias narradas!

Uns meses atrás eu salvei um artigo para ler e não completei a tarefa por dias e dias. Aquilo estava começando a me incomodar. Era um artigo da revista The Atlantic que afirmava com todas as letras que Trump era racista e porquê. A mídia e os analistas políticos americanos só falavam dessa matéria. E eu lá, perdida na história porque não tinha lido. Mas o texto era longo, páginas e mais páginas, quem tem tempo? 

Aliás, quem nunca salvou um artigo para ler depois e… nunca mais voltou ao link?

(Descrição da imagem: Mulher seleciona um conteúdo no celular. Ela está usando fones de ouvido ligados ao celular. A mulher está sentada no chão de madeira da sua casa)

As vantagens das matérias narradas

Meu problema com a The Atlantic foi resolvido em segundos quando descobri que a publicação disponibiliza narrações dos textos. O leitor tem acesso à versão escrita ou pode ouvir à matéria. Baixei o app, selecionei o artigo, e ouvi tudo enquanto lavava os pratos. 

Há alguns meses eu também comecei a trabalhar com matérias narradas. Depois de muito tempo procurando uma solução neste formato, encontrei e fechei parceria com a Vooozer. A empresa de Curitiba faz narrações de conteúdo para todo o Brasil, disponibilizando uma plataforma de envio e recebimento de arquivos para os clientes. Uma vez realizadas, recebidas e revisadas, as narrações podem ser postadas em sites e blogs. 

No momento, meu cliente Endovascular Brasil está usando a solução. O site do aplicativo já tem várias matérias narradas. Todos os áudios também podem ser baixados para serem ouvidos offline. Não é uma ótima forma de se atualizar mesmo com pouco tempo disponível?

Imagem: Pixabay / Creative Commons

 

 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços

O processo por trás da produção de uma newsletter

Todos os meses eu junto as ideias mais legais que garimpei por aí e envio em uma newsletter. Acho que o melhor da internet é a conversa, a troca, as sacadas, aqueles links interessantes que os amigos enviam. Então, quis participar mais desse bate-papo reunindo itens bacanas e os enviando para pessoas bacanas.

Ultimamente, bolar a news tem sido a minha tarefa favorita do mês. Eu adoro escrever e editar as notas. Por isso, fiz um videozinho para mostrar esse processo e convidar todo mundo a assinar.


Mas uma boa conversa flui dos dois lados, não é mesmo? Então, além de assinar, eu quero convidar todos a interagirem também. Falem o que vocês estão lendo, que podcast massa vocês descobriram, que inovação em comunicação vocês acharam incrível, que artista vocês acham que merece atenção.  Eu vou adorar receber tudo. Estou no twitter @suzanavalenca ou no email suzanavalenca@gmail.com.

Preencha os dados abaixo para assinar a news. Obrigada :)

Subscribe to our mailing list

* indicates required

 


Vamos conversar no twitter@suzanavalenca

Adoro o Instagram. Vamos nessa? @suzanavalenca ou @3girlsabunchofbook

Precisa de produção de conteúdo para a internet? Conheça meus serviços