comunicação

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Todo mês, envio para os assinantes uma newsletter caprichada com vários links interessantes. De robôs assassinos a obras de Picasso em 3D, a news já viu de tudo mas, em geral, conversamos sobre comunicação, arte, criatividade e essa loucura que é a internet. Para melhorar ainda mais os conteúdos, resolvi fazer mudanças no formato. Quero apresentar as novidades!

A news passou a ter duas diferenças: mais links e visual novo. A repaginação ainda está em andamento e está sendo feita pela minha amiga e designer Juliana Dias. Já o recheio está todo reformulado com seções, dicas e mais notas. Então, quero mostrar para você as novas “editorias”:

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COMUNICAÇÃO DO BEM - No começo da news, teremos links sobre Comunicação do Bem. Essa é a filosofia que está norteando tudo que produzo e publico aqui no blog.

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IDEIAS PROVOCANTES - Essa parte é dedicada a todas aquelas matérias que despertam um “opa, nunca tinha pensando nisso” no nosso cérebro. É um convite para colocar novas ideias na cabeça e desafiar as antigas.

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VAMOS CONVERSAR MELHOR - De vez em quando, topo com uma matéria tão bem feita que quero mostrá-la para todo mundo. Esse pedaço da news é dedicado ao jornalismo bem feito.

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PARA OUVIR - Já falei que sou a louca dos podcasts? Já, né? Pois bem, dediquei uma parte da news para recomendar pods, entrevistas e reportagens em áudio.

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PARA LER - Nas pesquisas para as pautas, acabo encontrando muita leitura interessante por aí. Nessa seção da news, tudo o que achei interessante recomendar para você ler também.

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PARA VER - Uma seção dedicada a dicas de filmes, documentários e artes visuais. São indicações de criações bonitas ou provocadoras.

O que você acha?

Para mim, a news é uma conversa. Adoro separar os conteúdos, mas gosto mais ainda de receber emails e tuítes com comentários, ideias e sugestões. Por isso, deixo o convite: assine e mande suas indicações. O que você está lendo, vendo e ouvindo?

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Inteligência é como usamos a informação

Em entrevista ao podcast You Are Not So Smart, o neurocientista Dean Burnett parou um pouco antes de responder uma pergunta. A questão era: como você define inteligência?
Depois da pausa ele respondeu que, na sua opinião, existem dois tipos de inteligência: a fluida e a cristalizada. A diferença entre está na forma como armazenamos, acessamos e usamos a informação.

 

 

 

As duas formas de gerenciar informações

A inteligência cristalizada é como o hard drive de um computador”, explica Burnett. “É lá onde estão todas as informações, todos os dados, que você pode acessar e usar em qualquer momento”. Para o cientista, a inteligência cristalizada é tudo que já aprendemos e podemos lembrar. 

Já a inteligência fluida é como usamos todos esses dados. “É nossa habilidade de utilizar essas informações, de extrapolar, concluir, fazer conexões. É como o processador do computador” diz Burnett.

As duas inteligências em ação

Um exemplo da diferença entre as duas “inteligências” é a forma como usamos um língua estrangeira. Para o cientista, saber falar um idioma é um conhecimento cristalizado. Conseguir usar o entendimento de uma língua para concluir como uma palavra é dita em um terceiro idioma é a inteligência fluida em ação.

(Descrição da imagem: Capa do livro Idiot Brain. A capa mostra uma imagem de ilusão de ótica onde o desenho do rosto de um homem parece estar tanto de cabeça para cima como de cabeça para baixo)

Uma boa notícia

Sentimos que, com o tempo, vamos perdendo nossa capacidade de aprender ou de lembrar o que já sabemos. Mas o neurocientista diz que não é bem assim. Nossa memória até muda com a idade mas nosso “hard drive” nunca lota. “Ninguém viveu muito o suficiente para encher todo o cérebro”. 

Dean Burnett lançou, recentemente, o livro The Idiot Brain: A Neuroscientist Explains What Your Head is Really Up To (O Cérebro Idiota: Um Neurocientista Explica o que Nossa Cabeça Está Aprontando).

 


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Nossas múltiplas identidades

Para Johnnetta Cole, a diretora do  Museu Nacional de Arte Afro Americana, “nosso mundo seria muitíssimo melhor se nós pensássemos e interagíssemos uns com os outros em termos das nossas múltiplas identidades”.

As múltiplas identidades ser humano.

O que ela detalha é que estamos muito acostumados a rotular os outros e a tentarmos, nós mesmos, nos encaixar em padrões. Até certo ponto, isso é normal. Mas é muito mais correto e interessante vermos uns aos outros como mais do que só uma ou outra identidade.

O post sobre o depoimento dela que estava aqui no blog foi parar na revista Trendr. Em abril, a publicação está reunindo artigos de vários autores para discutir o tema #VivaADiferença. Checa lá! Além do meu próprio texto, recomendo conferir as outras produções do mês. Tem muita ideia legal por lá. 
 

 


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3 resultados de uma boa comunicação

Uma empresa pode se beneficiar de uma comunicação eficiente de diferentes maneiras. Entretanto, todos os resultados positivos podem ser agrupados em três tipos principais: vendas, reputação ou engajamento.

Como a comunicação pode ajudar uma empresa?

A primeira forma no qual a comunicação pode ser usada para gerar resultados para uma empresa ou profissional é, talvez, a mais óbvia: a geração de vendas.  Claro que todo negócio vive de lucro e, no final das contas, todos os diferentes setores de uma companhia estão voltados para vender ou dar apoio à atividade de vendas. Falando assim até parece algo extremamente seco e oportunista. Mas não é. Aí é que entra uma boa estratégia de comunicação. Com o tom correto e o diálogo aberto, a comunicação para vendas pode gerar resultados bem interessantes com os consumidores. 

Outra forma é a comunicação para fortalecer a reputação de uma marca ou um profissional. Muito marketing de conteúdo tem sido pensado dentro desta demanda. Neste caso, o objetivo principal é estabelecer a empresa ou pessoa como especialista em sua área, como ator importante do mercado e como referências em seu setor de atuação. Uma boa forma de se fazer isso é compartilhando e produzindo conteúdo relevante. Aí, mais uma vez, uma estratégia de comunicação bem bolada fará toda diferença.

A terceira forma de um negócio se beneficiar de um trabalho de comunicação é aumentando o engajamento com os clientes. Isso não quer dizer apenas ter vários seguidores no Facebook. Mas sim, ter diferentes canais para conversar com o cliente e atende-lo da melhor forma possível. É ter uma estratégia para trazer o consumidor para perto da marca e habilitá-lo a fazer parte do negócio, de certa forma, participando das ações, usando as plataformas da empresa para trocar ideias, recomendando os produtos para amigos e assim por diante.

Recapitulando, em resumo, a estratégia de comunicação pode ajudar uma empresa das seguintes formas:
•    Comunicação para alavancar vendas
•    Comunicação para fortalecer a reputação da marca ou profissional
•    Comunicação para aumentar o engajamento do cliente

(Um quarto caso seria o gerenciamento de crise, que é comunicação que as companhias precisam fazer em caso de problemas. Mas não vamos explorar esse tema aqui).

Como escolher a comunicação para a empresa

Esses são os três possíveis resultados positivos que a comunicação externa (ou seja, a conversa com os clientes e comunidade) pode trazer. Não dá para atirar para todos os lados, é preciso avaliar e escolher quais destes três caminhos é o mais relevante para a filosofia e o momento da empresa. Algumas recomendações podem ajudar a guiar essa escolha.

Comunicação para vendas é ideal para: 
•    Negócios iniciantes que precisam se apresentar ao mercado.
•    Empresas que querem aumentar a saída de um produto.
•    Negócios que estejam lançando uma nova solução.
•    Empreendimentos inovadores que precisam explicar como funcionam para o público.

Comunicação para reputação é ideal para:
•    Especialistas como psicólogos, consultores, palestrantes e demais profissionais que vendem serviços intelectuais.
•    Profissionais que são sua própria marca.
•    Empresas que desenvolvem serviços especializados.
•    ONGs e instituições que contam com a reputação para gerar receita.

Comunicação para engajamento é ideal para:
•    Empresas que são escolhidas pelo cliente de acordo com o relacionamento que ele tem com a marca. Por exemplo, lojas, restaurantes, clubes ou cafeterias.


Abaixo, um resumo de como eu trabalho dentro destes três resultados possíveis e como as ferramentas de comunicação devem se encaixar na estratégia adotada.
 

Imagem: Canva

Apresentação: Marcelo Valença 

 


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Como a mídia sensacionalista noticiaria acontecimentos de clássicos literários

O filósofo Alain de Botton visitou a redação do tabloide inglês Sunday Sport com um desafio. Ele queria saber como as grandes tragédias da literatura ocidental seriam noticiadas em um jornal sensacionalista. A dinâmica foi a seguinte, Botton discutia com os repórteres a trama das obras e os caras bolavam as manchetes.

O resultado:

Othelo
Imigrante louco apaixonado mata filha de senador


Madame Bovary
Adúltera viciada em compras engole arsênico depois de falência bancária


Édipo Rei
Sexo com mãe causa cegueira 

A experiência com o jornal foi divulgada em uma palestra de Botton no TED na qual ele fala sobre como repensar os conceitos de sucesso e fracasso.

Ele utiliza o experimento para argumentar como a mídia costuma resumir as narrativas das vidas das pessoas, dividindo elas em “perdedores” e “ganhadores”. Isso, especialmente no caso dos veículos mais apelativos, significa idealização daqueles colocados na primeira categoria, e zombaria dos que caíram na segunda. 

Claro que a “moral da história” é que nada é tão simples assim. E o meu aprendizado particular foi que ninguém nunca em qualquer circunstância deveria ler o Sunday Sport, que eu descobri ser um “jornal” horroroso.

Aqui está a palestra inteira de Botton:

Alain de Botton é autor de vários livros e foca no uso da filosofia em nosso cotidiano, como o pensamento filosófico pode ser útil para os dias de hoje. Ele é fundador da School of Life, instituição que produz conteúdo educativo, entre livros, vídeos e aulas sobre esse tema.

Imagem de cabeçalho: Rádio ABC
 

 


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