podcast

Qual é a estrutura de um bom discurso político

Como um líder político pode transmitir ideias de forma objetiva e compreensível? Jon Favreau diz que a fórmula para um bom discurso não é complexa. Ele sabe o que está falando, já que trabalhou por anos escrevendo os pronunciamentos do ex-presidente dos EUA Barack Obama.

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A receita de Favreau é a seguinte: problema + solução + porque eu. Ele explica o formato no podcast Armchair Expert. Resumidamente, a mensagem principal de um bom discurso deve dizer ao público qual é o problema que o líder pretende resolver, de que forma a situação será solucionada, e porque aquele político em particular é a pessoa ideal para colocar a solução em prática.

Parece muito simples. Entretanto, quando foi a última vez que você ouviu uma fala política que que cumpria todos os itens dessa regra?

Em geral, os discursos costumam passar pelo primeiro e terceiro itens, ignorando o segundo. Além de não fazerem qualquer ligação entre os três. O falatório clichê costuma conter uma lista de problemas. Na hora de detalhar como eles serão solucionados, o negócio míngua. Há também o clássico bla bla bla sobre como o político em questão é melhor do que outros, mas não ouvimos muito sobre porque ele é mais capacitado para resolver os problemas citados de uma forma viável.

Vamos prestar atenção nisso? Da próxima vez que ouvirmos ou lermos algum político defendendo algo vamos tentar identificar: qual é o problema, qual é a solução, e porque ele(a) é capacitado para colocá-la em ação.




Foto de Pete Souza - postada originalmente no Flickr como P041409PS-0007, domínio público.

 


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Qual é a cor dos olhos da pessoa com quem você está conversando?

O ator Alan Alda tem diferentes projetos para ajudar as pessoas se comunicarem melhor usando algumas técnicas que ele aprendeu ao longo de décadas de teatro e cinema. Um elemento muito pequeno dentre suas várias ideias interessantes chamou minha atenção: às vezes prestamos tão pouca atenção ao nosso interlocutor que não notamos nem mesmo suas feições. Alda sugere que reparar, por exemplo, na cor dos olhos da pessoa com quem estamos conversando faz toda a diferença.

Eu não tinha parado para pensar sobre isso, mas realmente temos várias interações apressadas durante o dia. A correria é grande e nossa atenção, limitada. A vizinha no elevador estava de sapato ou sandália? O motorista do Uber tinha barba ou não?

Aprendi sobre as iniciativas de Alan Alda em uma edição recente do podcast Hidden Brain, da NPR. Na entrevista, o ator fala sobre diferentes exercícios de empatia mas, ao final da conversa, ele conta sobre com algumas das técnicas podem ir perdendo a força conforme o dia vai ficando mais estressante ou vamos ficando sem muito tempo livre. Daí veio a ideia de uma ação empática fácil de ser colocada em prática:

“Percebi que seu eu simplesmente notasse a cor dos olhos da pessoa… Às vezes estou conversando com uma pessoa há 15 minutos e me pergunto ‘estou realmente olhando para ela?’ Aí percebo que há uma mancha onde deveria ser o rosto dela. E isso não ajuda a formar uma conexão com a outra pessoa. Eu acho que quando eu realmente olho para você com atenção, algo muda no meu rosto, acho que fico um pouco mais focado em você, um pouco mais acessível, e isso muda algo em você também. Isso cria uma interação dinâmica no qual eu mudo um pouco e você muda um pouco e assim por diante”.

Não é interessante? Vou experimentar isso da próxima vez que tiver que falar com algum estranho e ver o que acontece.

Ao final da conversa, Alda ainda deu um ótimo incentivo para procurarmos ser mais empático uns com os outros. “Quanto mais empatia tenho, menos irritante as pessoas ficam”.

Foto: Alexandru Zdrobău para a Unsplash

 


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Assine a news e receba grátis os melhores conteúdos da internet

Todo mês, envio para os assinantes uma newsletter caprichada com vários links interessantes. De robôs assassinos a obras de Picasso em 3D, a news já viu de tudo mas, em geral, conversamos sobre comunicação, arte, criatividade e essa loucura que é a internet. Para melhorar ainda mais os conteúdos, resolvi fazer mudanças no formato. Quero apresentar as novidades!

A news passou a ter duas diferenças: mais links e visual novo. A repaginação ainda está em andamento e está sendo feita pela minha amiga e designer Juliana Dias. Já o recheio está todo reformulado com seções, dicas e mais notas. Então, quero mostrar para você as novas “editorias”:

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COMUNICAÇÃO DO BEM - No começo da news, teremos links sobre Comunicação do Bem. Essa é a filosofia que está norteando tudo que produzo e publico aqui no blog.

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IDEIAS PROVOCANTES - Essa parte é dedicada a todas aquelas matérias que despertam um “opa, nunca tinha pensando nisso” no nosso cérebro. É um convite para colocar novas ideias na cabeça e desafiar as antigas.

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VAMOS CONVERSAR MELHOR - De vez em quando, topo com uma matéria tão bem feita que quero mostrá-la para todo mundo. Esse pedaço da news é dedicado ao jornalismo bem feito.

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PARA OUVIR - Já falei que sou a louca dos podcasts? Já, né? Pois bem, dediquei uma parte da news para recomendar pods, entrevistas e reportagens em áudio.

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PARA LER - Nas pesquisas para as pautas, acabo encontrando muita leitura interessante por aí. Nessa seção da news, tudo o que achei interessante recomendar para você ler também.

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PARA VER - Uma seção dedicada a dicas de filmes, documentários e artes visuais. São indicações de criações bonitas ou provocadoras.

O que você acha?

Para mim, a news é uma conversa. Adoro separar os conteúdos, mas gosto mais ainda de receber emails e tuítes com comentários, ideias e sugestões. Por isso, deixo o convite: assine e mande suas indicações. O que você está lendo, vendo e ouvindo?

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Os melhores podcasts do mundo 

Onde você leu “os melhores podcasts do mundo”, leia “os melhores podcasts na minha humilde opinião”. Agora que tiramos a megalomania do caminho, posso dizer que, ano passado me tornei a louca dos podcasts. Assino uns 30 e ouço uns três por dia. Sigo tanto pods mais longos, com entrevistas e análises, e quanto outros mais curtos, com resumo das notícias do dia. Por isso, senti-me apta a sugerir meus favoritos: 

You are not so smart
O programa traz sempre entrevista com um ou mais pesquisadores sobre alguma nova forma de pensar. Em geral, as conversas são sobre sociologia ou psicologia da comunicação e as novidades da ciência nessas áreas. Detalhe “relevante”, a música de abertura é ótima.

Embedded
De toda a minha lista, o Embedded é um dos podcasts mais gostosinhos de acompanhar. A pauta do programa é espinhosa:  os bastidores dos negócios de Donald Trump, sua família e assessores próximos. Mas o formato faz com que a experiência de ouvir as matérias seja bem agradável.  Os repórteres criam uma narrativa bem resolvida. Não parece noticiário, parece que você está escutando alguém contar uma história muito interessante. Dá pra deitar no sofá e curtir.⠀

Podcasts

Pod Save America
Três comunicadores que trabalharam com Barack Obama se juntaram para fazer uma rede de podcasts (Crooked Media) e o principal produto da empresa é o Pod Save America. No programa, os três falam das últimas notícias políticas dos Estados Unidos de uma forma leve e despretensiosa. Até parece que você está numa roda de amigos.

ScienceVS
No ScienceVS, a jornalista Wendy Zuckerman escolhe uma ideia comum e vai atrás de evidências científicas para confirmá-la. Ou não. A última temporada discutiu comida orgânica, controle de armas, hipnose, ponto G, entre outros. O programa mistura ciência com humor tão bem que é impossível não aprender e dar risadas.

Ezra Klein Show
Geralmente, procuramos entrevistas com pessoas que gostamos. Nesse caso, eu gosto é do entrevistador. Ouvindo a esse podcast me peguei, várias vezes, pensando "que ótima pergunta" ou "que forma inteligente de abordar esse assunto". Ezra Klein é o fundador da Vox Media e, no programa, conversa pesquisadores, jornalistas  e estudiosos sobre temas atuais como a vida na Coreia do Norte, os impactos da tecnologia na nossa vida e feminismo.

The Bugle
Eles se denominam "um jornal em áudio para um mundo visual". É isso aí mesmo, sendo que é um jornal falso. O comediante Andy Zaltsman e seus convidados comentam as notícias da semana, inventam outras e destilam trocadilhos ruins. É risada garantida.

Mamilos
O melhor podcast do Brasil
, mas assim, de longe! O programa aborda temas difíceis e amplos sempre com generosidade e inteligência. Elas já falaram de autismo à Venezuela, de Handmaid's Tale ao paradoxo da tolerância.  As conversas são super do bem e procuram entender, explicar e discutir tudo com profundidade, mostrando diferentes lados.

Politiquês
É o podcast do jornal Nexo. Um programinha rápido no qual um conceito ou ideia política é explicada ao som de música brasileira atual e moderninha. As últimas edições falaram sobre o que faz um deputado, o que são medidas provisórias e a viabilidade de Marina Silva como terceira via no Brasil.

 


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Porque discutir na internet

Você discute na internet? Então, por favor, me fala: vale a pena? 
 
Sempre que quero rebater algum argumento na internet, fico com a mesma dúvida. Será que devo sequer “dar ibope” para certas bobagens ou é melhor ignorar?  
 
Algum tempo atrás, escrevi sobre como brigar na internet corretamente. Desde então, tenho observado que poucas conversas seguem as regras de etiqueta intelectual que eu citei lá. Alguns meses depois, escrevi sobre porque é difícil mudar a cabeça de alguém que pensa diferente, mesmo que esse pensamento esteja baseado em fatos errados, ou nenhum.  
 
Então, se poucos discutem com educação e argumentos, e se a conversa não vai fazer ninguém mudar de ideia, por que discutir na internet? 
 
Seria fácil dizer que simplesmente não vale a pena. Mas, por outro lado, a graça não é exatamente essa? A mágica da internet não é poder trocar ideia com todo tipo de gente, de qualquer parte do mundo? 
 
Eu acho que sim. Por isso gostei dos argumentos de Julia Galef para continuarmos “brigando”. Ela é produtora e apresentadora do Rationally Speaking, um podcast que eu adoro, e, recentemente postou a lista abaixo em seu blog. 
 
 
Razões porque pode valer a pena discutir com pessoas na internet, mesmo que você não tenha esperança de mudar a mente delas:  

  1. Para mudar a mente de espectadores menos comprometidos [com o argumento que você está combatendo].
  2. Para dar alívio e conforto aos espectadores que compartilham sua visão e desejam que alguém a defenda.
  3. Para dar um exemplo de "compartilhar uma opinião, mesmo que seja controversa", que é uma norma valiosa para se reforçar, mesmo se você não mudar a mente de ninguém sobre esse assunto em particular. 
  4. Para definir um exemplo de "argumentação educada e razoável", que é, novamente, uma norma valiosa por si só. 

 
Concordam? 
 
 (Austin Kleon discorda

Imagem: YouTube Think Big
 
 
 
 

 


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Como mudar a cabeça de quem pensa diferente

Você está conversando com um grupo de amigos e um deles começa a defender algum argumento político completamente errado. Mas não uma ideia que é ruim porque você acha que ela é ruim. Algo errado mesmo. Então você apresenta os dados científicos, históricos e estatísticos para provar que aquela ideia não está certa. A pessoa não se convence. Você começa a perder a paciência. "Não é uma questão de opinião, é um fato". Mas a pessoa insiste. Apela para o "isso é fake news". O que você faz?

Cientistas explicam porque é tão difícil mudar de ideia mesmo sabendo que ela está errada

Clay Johnson, no livro A Dieta da Informação, fala sobre como quanto menos um argumento político é baseado em fatos, mas difícil é mudar esse argumento usando fatos. Não é louco isso? Pensamos que é o contrário, mas não é. Se eu estou decidindo em que restaurante ir, mas não conheço muito nenhum deles, quanto mais eu souber sobre os estabelecimentos mais minha opinião vai se solidificar sobre o programa do final de semana, certo? Bom... mais ou menos.

Cientistas do Instituto de Cérebro e Criatividade da Southern California University explicaram em entrevista ao podcast You Are Not So Smart que certas crenças se comportam diferente em nosso corpo. Eles escanearam o cérebro de pessoas enquanto elas tinham suas ideias desafiadas. Dessa forma, descobriram que opiniões simples como qual restaurante é melhor mudam com a apresentação de fatos. Já ideias políticas, bem...

O que acontece no meu cérebro quando alguém desafia minha crença?

Os cientistas perceberam que o cérebro ativa uma área totalmente diferente quando vai processar um contra argumento sobre uma ideia política. Que área é essa? O local responsável por entender ameaças à nossa vida! Basicamente, termos nossas ideias fundamentais desafiadas estressa nosso cérebro ao extremo.

Isso é chamado de "backfire effect", o fenômeno de nos agarrarmos ainda mais a nossas ideias quando há fatos contrários a ela. É algo tão sério que os cientistas o compararam com um ataque de urso. O cérebro se protege do contra argumento como se ele fosse uma ameaça física e manda uma mensagem de perigo e defesa para o corpo.

Isso acontece porque nossas crenças políticas não só ideias que temos baseadas em fatos, que podem mudar e ser atualizadas a qualquer momento. Essas crenças, com o tempo, se tornam quem somos. Por tanto, uma ameaça a elas, são uma ameaça à nossa própria existência.

Não é maluco isso?

E então, como fazer alguém pensar diferente?

Segundo os cientistas, essa reação é normal. Nosso cérebro simplesmente funciona assim e não temos como escapar. O que podemos fazer é estar cientes desse fato sempre que tivermos nossas ideias desafiadas e sempre que formos desafiar a ideia de alguém. Será que não estamos ficando nervosos na roda de conversa porque "tem um urso nos atacando"? Será que não estamos colocando "um urso" atrás de alguém quando na verdade queremos só discutir uma ideia?

Uma boa orientação sobre como fazer isso é seguir as regras deste vídeo:

Basicamente, o que o vídeo diz é que todos nossos tendemos a pensar no bem estar de outras pessoas. Crescemos aprendendo sobre como é importante sermos educados e gentis com os outros. Para a School of Life, algumas ideias políticas mais radicais podem ser amenizadas se apelarmos para este impulso humano de sermos bons uns com os outros. Outra orientação dos neurocientistas é acabar com o estigma de estar errado. Para eles, é importante darmos espaços para as pessoas mudarem de ideia. Precisamos!

 

Mais sobre esse assunto: 

A forma como lemos notícia não é saudável
Como brigar na internet (corretamente)

Imagem: Pixabay / Creative Commons /You Are Not So Smart
 

 


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Os podcasts mais difíceis de ouvir

[AVISO DE TEMA SENSÍVEL: esse post vai abordar saúde mental de uma forma muito direta. Se esse assunto for perturbador para você, não leia]
 
Demorei semanas para escrever esse post. Achei que seria muito interessante falar sobre dois episódios de podcasts muito bons, mas muito difíceis que ouvi há um tempo. Não percebi que seria complicado traduzir em palavras o que senti. Esse post não será perfeito, mas será o melhor que eu posso fazer sobre esse tema. Vamos lá.
 
A verdade é que eu também demorei dias para conseguir ouvir os episódios inteiros. Eu parava os áudios para respirar fundo. Chorar foi inevitável. Quis escrever sobre eles porque não é todo dia que a gente se depara com uma produção jornalística que cause essas reações.
 

Uma conversa difícil

O podcast With Friends Like These é sobre “conversas difíceis”, esse é o slogan do programa. Na maior parte das vezes, os tópicos são políticos, mas há algumas semanas, eles resolveram falar sobre suicídio. 
 
Claro que o tema por si só já indica uma matéria densa. Mas o diferente nesse caso é que não houve nenhuma entrevista. Ana Marie Cox, a apresentadora do podcast, e um convidado, outro jornalista que mantém um programa sobre depressão, contaram suas próprias experiências. Ele falou sobre o suicídio do irmão e como ele se sente culpado pelo o que aconteceu. Cox falou sobre sobre como ela mesma tentou suicídio. 
 
Pausei muitas vezes para respirar antes de ouvir toda a história. Eu sofri, mas achei muito admirável o esforço e a honestidade dos jornalistas em abrirem suas próprias vidas para abordar um tema tão difícil. É possível sentir como foi duro para eles fazer o
programa. 
 
[Não custa lembrar que, se você tiver passando por um momento difícil e precisar de ajuda, entre em contato com o Centro de Valorização da Vida]

Quebrando estereótipos

Eu nunca tinha parado uma matéria no meio para chorar. Foi isso que eu fiz durante o episódio do podcast Science VS sobre aborto. 
 
Novamente, não é um tema fácil, mas foi o formato que deu mais impacto à reportagem. O podcast tem como objetivo investigar se o conhecimento popular sobre um assunto realmente faz sentido científico. Neste episódio, o programa investigou, entre outras coisas, se afirmações sobre “o tipo de mulher” que recorre a um aborto são de fato reais. A conclusão é que não. Nenhuma das críticas mais comuns corresponde à realidade. 
 
Para mostrar isso, a reportagem foi a uma clínica de aborto no interior dos Estados Unidos entrevistar médicos e pacientes. O depoimento das mulheres são emocionantes. Mas foram os dados foi o que me fizeram chorar. É difícil não sentir nada quando a gente compara o que realmente acontece na vida dessas pessoas com todo tipo de comentário e estereótipo, sempre muito cruéis, que se faz delas. Essa injustiça me deixou muito triste.
 


 
Mais sobre o With Friends Like These: Trocando Ideia Com Quem Pensa Diferente

Mais sobre o Science VS: Comida Orgânica Não Serve Para Nada

 

 


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Comida orgânica não serve para nada. (um post sobre podcast)

Ouvindo o podcast Science VS, aprendi que os supostos benefícios da comida orgânica (evitar o câncer sendo o principal deles) não foram comprovados cientificamente ainda.

Mas eu nunca fui uma grande defensora ou detratora desse tipo de alimento. Então o título aí é só para chamar atenção. O que eu quero mesmo é falar sobre o podcast

No Science VS, a jornalista Wendy Zuckerman escolhe um “fato” conhecido e vai atrás de evidências científicas para confirmá-lo. Ou não. A última temporada discutiu comida orgânica, controle de armas, hipnose, ponto G, e outros. Os programas têm um toque de humor, mas usa ciência de verdade e a edição é muito interessante. 

Wendy Zuckerman

Wendy Zuckerman

Recomendo muito! 

 


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O Digaí agora tem podcast

Já está no ar o primeiro episódio do DigCast, o podcast do Digaí. Quem comanda a conversa é o meu amigo Felipe Pereira e no programa ele fala sobre empreendedorismo, negócios online e marketing digital. No episódio de estreia, Felipe lista (adoro listas!) cinco motivos pelo qual a internet é realmente incrível. Como as possibilidades do mundo digital revolucionam a forma como trabalhamos, estudamos e nos divertimos? Ouve lá.

 

Episódios novos estarão disponíveis todas as quartas-feiras e cada um virá acompanhado do Mão na Massa, um arquivo enviado para o seu email com conteúdo extra complementando o que foi falado no programa. E uma tarefinha de casa também, afinal, é mão na massa!  Nesse primeiro material, eu participei indicando alguns outros podcasts e canais do YouTube que eu gosto.

E por falar em Digaí, o site está de cara nova e cheio de novidades. Periodicamente, eu escrevo por lá sobre mídias digitais. Não deixem de visitar e fiquem à vontade para me mandar comentários e ideias para pautas.


[Clica lá no título para curtir e comentar, vai!]




 


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