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Empresas familiares, microfranquias e histórias incríveis

Já está sendo distribuída a primeira edição de 2016 da Revista Direção, a publicação do Sebrae Pernambuco. Desta vez, eu escrevi lá sobre dois temas, empresas familiares e microfranquias.

A matéria sobre empresas familiares foi super interessante de fazer. Ouvi histórias incríveis. Conversei com pais orgulhosos e filhos orgulhosos que, mesmo assim, não deixaram de brigar. Tocar uma empresa familiar é difícil. Dividi a matéria em orientações e depoimentos para a primeira geração, os mais experientes. E dicas e cases para a segunda geração, aquela que, um dia, receberá o bastão. O resultado da mistura desses dois lados tem garantido o sucesso das empresas com as quais eu conversei.

A segunda matéria foi sobre microfranquias. Aprendi, durante a apuração, que esse é um segmento que tem crescido apesar e por causa da crise econômica pelo qual nosso país está passando. Foi muito interessante falar com jovens empresários que apostaram as economias em diferentes tipos de negócios e estão aí ralando para gerar renda, negócios e empregos. As ideias, as dificuldades e superações desses empreendedores é bem instigante.

Além dos meus textos, a Revista Direção traz uma matéria bem completa sobre negócios para o verão, tudo sobre a iniciativa SERtão Criativo e uma entrevista sobre consumo hedônico.


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Vocês ainda conseguem ler? Mesmo com tantas distrações digitais?

A edição deste mês da revista ProNews vem com um artigo meu fazendo essas perguntas:

  • Vocês ainda leem livro / revistas de papel?
  • Dá para se concentrar em uma leitura mais longa mesmo com tantas distrações e notificações?

Eu não sei as respostas. Por favor, me ajudem com a opinião de vocês.

Resolvi escrever o artigo porque li um post de um cara no Medium que afirmava que não. Ele não consegue mais ler livros de papel porque a internet acabou com a capacidade de concentração dele.

Alguns dias depois, entretanto, me deparei com a história de um maluco que resolveu provar exatamente o contrário. Para mostrar que dá sim para ler mesmo com todas essas tentações online, ele resolveu ler Guerra e Paz todinho no celular. E conseguiu.

Vocês estão de que lado?

Acham que leitura de papel já era e nunca mais vamos nos acostumar a ler textos mais longos?

Ou acham que o livro impresso tem seu charme imortal e nunca será superado?

 

Dá para ler a revista toda aqui. Meu artigo está na página 12.

 

(E o meu muito obrigada a Luciana Torreão por abrir espaço na revista para eu filosofar sobre esse tema)

 

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