Produtividade

Como lidar com as tarefas chatas do trabalho

Gosto muito do conceito de "flow". Por isso, fiquei feliz em ler na newsletter de Murilo Gun um pouco sobre como ele aplica essa ideia no trabalho dele.

"Flow" é o momento em que alguma atividade ocorre com tanta fluidez que você nem percebe. O pesquisador húngaro Mihaly Csikszentmihalyi, que cunhou o termo, considera o flow um dos segredos da felicidade.

Em seu texto, Gun fala sobre como diferenciar as tarefas que criam "flow" daquelas que são meramente necessárias ao trabalho e como lidar com elas. 

Escrevi mais sobre isso aqui: 

 


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Feito é melhor do que perfeito

Quem inventou a frase “feito é melhor do que perfeito” estava certo. Quantas vezes temos ideias que nunca colocamos em prática porque ela não são exatamente perfeitas? Pois aprendi que, na criação de arte, conteúdo ou produto, buscar um conceito à prova de erros não é o melhor caminho. O segredo é colocar a mão na massa e ir evoluindo o projeto na prática.

Mas como diferenciar uma ideia que realmente não está boa ainda de uma sacada que já pode ganhar o mundo? Eu conversei com Emídia Felipe, da EuEscrevo, e Miguel Gaia, da Badoque, sobre mínimo produto viável, um conceito usado nas startups para fazer esta distinção. Eles deram ótimas orientações e o resultado está publicado no Digaí.

 


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O app de automatização de clipagem está na ProNews

Profissionais de agências e assessorias de comunicação não deveriam perder tempo contando, medindo, qualificando clipagem. Nós deveríamos gastar essas horas bolando estratégias para os nosso clientes conversarem melhor com o público deles. 

Sempre digo isso quando falo sobre o ClippingBox e, advinhem só, foi exatamente nessa linha a conversa que tive com Juliano da Hora, fotógrafo e repórter da ProNews. Eu e a turma da Badoque, Ciro Luna, Miguel Bahia e Hugo Bessa,  batemos um papo com Juliano no Impact Hub e todos os detalhes sobre o aplicativo saíram na edição deste mês da revista.

 Foto: Juliano da Hora

Foto: Juliano da Hora

A matéria completa pode ser lida no Issu da ProNews. É só ir para a página 29.

Tudo sobre como o Clipping automatiza os relatórios de clipagem pode ser lido aqui ou abaixo:

Como fazer relatórios de clipagem muito (muito!) mais rápido.

Passo a passo de como automatizar a geração de relatórios de clipagem.

 


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Passo a passo de como automatizar a geração de relatórios de clipagem

Eu e a galera da Badoque produzimos esse vídeo rapidex para mostrar como funciona o ClippingBox.

(O vídeo é rápido. A produção dele demorou um pouquinho)

O ClippingBox é um sistema que gera relatórios de clipagem automaticamente. Super útil para agências de comunicação que gastam um tempão gerando dados sobre as citações para os clientes.

O que eu achei mais interessante no sistema é que fica bem mais difícil errar as contas (já que não é preciso mais fazer as contas!) e que o tempo que antes era gasto com catalogação de clipping pode ser aplicado para atividades mais especializadas.

Tudo e mais um pouco sobre o ClippingBox, aqui.

[Clica lá no título para curtir e comentar, vai!]

 

 


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Como fazer relatórios de clipagem muito (muito!) mais rápido

Quem trabalha com assessoria de comunicação dispende bastante tempo e energia compilando as citações aos clientes para os relatórios periódicos de clipagem. O ClippingBox é um sistema que deve automatizar a maior parte deste trabalho.

O funcionamento é bem simples: o usuário cadastra a clipagem no sistema e o ClippingBox faz toda a contabilidade quantitativa sozinho. Depois é só selecionar o parâmetro do relatório (semanal, por palavra-chave, por veículo, etc) e enviar para o cliente. A ferramenta já organiza tudo em um formato de email simples e bem visual.

O relatório é gerado automaticamente conta com dados como quantidade, veículos, sentimento, palavras-chaves e período de publicação. Depois de cadastrada no ClippingBox, a clipagem também fica catalogada e buscável. A ferramenta foi lançada na última semana e já está disponível para teste e contratação.

O ClippingBox foi desenvolvido pela Badoque, com consultoria de jornalistas com experiência no dia a dia de agências. Eu comecei a trabalhar com a empresa pouco antes do lançamento. Bem a tempo de participar do beta teste, dar meus inputs e atuar na comunicação do produto. Então, estou recomendando o sistema com conhecimento de causa!

O que eu achei mais interessante da ideia de automatizar o contabilização da clipagem e a organização dos emails é que essa comodidade garante dois fatos importantes: 1 - fica bem mais difícil errar as contas, já que não é preciso mais fazer as contas! 2 - o tempo que antes era gasto com catalogação de clipping pode ser aplicado para atividades mais especializadas.

Ao invés de “perder” tempo com uma tarefa braçal, o profissional de comunicação pode ter os números de citações mensais, por exemplo, de forma automática e aplicar-se na tarefa de mostrar ao cliente como esses números foram conquistados, porque eles são importantes, como a marca foi percebida nessas citações, quais foram os problemas, quais foram os pontos positivos, etc.

Resumindo, acho que o ClippingBox é muito útil para dar automaticamente os números e deixar o especialista em comunicação livre para pensar o que fazer com esses números :). Recomendo.

Quem quiser testar, é só acessar aqui.

Quem tiver alguma dúvida, é só falar comigo.

UPDATE: A Central de Ajuda do ClippingBox está no ar! Quem tiver alguma questão pode procurar por lá. (Ou me perguntar também, continuo aqui).

 


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Como empreendedores digitais podem se beneficiar de novidade do Sebrae

O Sebrae, em todo o Brasil, lançou o movimento #CompreDoPequeno, que tem como objetivo incentivar a população a consumir produtos e serviços de pequenas e micro empresas. Empreendedores digitais que, muitas vezes, estão à frente destes negócios, podem se beneficiar da ação. 

Funciona assim:

1 - Empreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas se cadastram no site do movimento.

2 - O Sebrae fornece treinamentos, consultoria e material de divulgação para as empresas participantes.

3 - Até o dia 5 de outubro, o Sebrae roda a campanha #CompreDoPequeno estimulando a população a comprar produtos e serviços do pequeno negócio local. 

4 - No dia 5 de outubro, empresas e o Sebrae participam do Dia do Movimento Compre do Pequeno Negócio, com ações em todo o Brasil.

Eu participei do evento lançamento a convite do Sebrae Pernambuco e achei a ideia bem interessante. Já cadastrei a minha empresa e estou priorizando as compras em pequenos negócios do meu bairro.

Escrevi mais sobre o #CompreDoPequeno aqui.

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O cara que leu Guerra e Paz no celular

Semanas atrás falei sobre a minha impressão de que ninguém lia mais nada. A desculpa que eu havia encontrado na internet era que as distrações digitais estavam roubando nosso tempo com os livros. Conversando com gente legal e sabida sobre o assunto, percebi que estamos mesmo com dificuldade para ler, mas que ainda gostamos muito do bom e velho livro de papel.

Eis que hoje, encontrei esse artigo fabuloso do maluco (só pode ser) que resolveu desafiar tudo isso. Clive Thompson decidiu experimentar ler Guerra e Paz, um livro igualmente famoso e longo, todinho no celular. A ideia dele era testar se a leitura online é mais fácil ou mais difícil (e mais ou menos prazerosa) que a leitura no papel, além de verificar se as inúmeras distrações da internet iam atrapalhar demais o objetivo dele.

O resultado?

1 - Não teve jeito... Ele ficou multitasking enquanto lia. Mas era abrindo páginas do Wikipédia para pesquisar figuras históricas russas. Não era algo que o distraía da leitura, mas sim, ajudava na compreensão do livro.

2 - Mesmo assim... para completar a missão, Thompson deve que desativar todas as notificações do celular.

3 - Mas… Thompson descobriu que não são os alertas que nos desconcentram, somos nós mesmos. Quem nunca perdeu horas no celular mesmo sem ele ter apitado nada?

4 - Pesquisando… Thompson leu que essa reclamação sobre não conseguir se concentrar é muito antiga e nada exclusiva da nossa geração.

5 - Ok, mas… Ler no celular funcionou, mas nosso heroi continuou muito fã do formato impresso.  

6 - E o mais importante… Ele simplesmente descobriu que: se o livro é bom, você vai ler ele. Independentemente do formato ou das distrações. “O livro se torna a distração, aquela coisa com que o seu cérebro tanto precisa se engajar. Pare de checar o email e o Twitter! Você tem um livro para ler!”.

Depois do experimento com Guerra e Paz, Thompson adquiriu o hábito de ler no celular e já devorou outros clássicos na telinha. Mas não deixou de comprar livros contemporâneos na livraria pequena do seu bairro. No final, tem espaço para todos os formatos quando o leitor gosta de experimentar e de (adivinha?) ler.

O artigo todo de Clive Thompson está aqui. É muito bom!

Recentemente, escrevi alguns textos que se relacionam com o experimento dele e com as minhas leituras:

Dá para passar menos tempo e ser mais produtivo no Facebook 

Niguém lê mais nada?

Dicas de livros para quem trabalha com mídias digitais

Dicas de livros para quem quer entender as mídias digitais

Entrevista com uma das escritoras que mais vende ebook no Brasil
 

O que vocês estão lendo? É impresso ou digital? Qual formato vocês preferem?

[Imagem: Guerra e Paz de Cândido Portinari]

 


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Ninguém lê mais nada?

Tenho uma meta de ler (pelo menos) 12 livros por ano, todos os anos. É uma meta modesta, mas vamos lá. Esses dias, entretanto, me deparei com um texto no Medium no qual o autor declara, logo na primeira linha, só ter lido quatro livros no ano passado. Mas o artigo é exatamente sobre isso.

Na sua argumentação, com o título bem direto  de Why Can't We Read Anymore, Hugh McGuire acusa a internet de atrapalhar suas leituras e discute se não estamos todos, como ele, gastando muito tempo em sites e apps e pouco com livros.

O problema de McGuire me lembrou essa arte que Austin Kleon gentilmente colocou em seu site para download gratuito. É a minha tela de proteção no celular agora.

Em 2014, o danadinho do Austin leu 70 livros! 70! No blog ele explicou que segue algumas regras básicas para ler bastante. Eu concordei com todas, mas a mais interessante para mim é: se você não estiver nem se divertindo nem aprendendo com um livro, jogue ele na parede. Não me obrigo a ler livro chato.

Há alguns dias, li uma coluna de Suzana Herculano Houzel sobre os efeitos da literatura de fantasia no cérebro do leitor. Suzana é a mulher mais inteligente do Brasil, e que nome bonito ela tem né? No artigo, ela explica que quando lemos um livro como  os de Harry Potter, aceitamos a "mágica" na história e não ficamos procurando descobrir como o truque aconteceu, o que faríamos, na vida real, se tivéssemos, por exemplo vendo um show de um mágico. Ao aceitar o lado fantástico de uma narrativa, sem buscar explicações, nosso cérebro se abre para uma nova experiência. E isso faz bem. Dá uma sensação de "surpresa e prazer para o nosso cérebro, que fica atento, querendo mais". Suzana falou, está falado.

Márcia Lira, do Menos 1 na Estante, tem a mesma meta modesta que eu. #12livrosem2015. No blog, dá para acompanhar e comentar as aventuras literárias dela. Eu estou acompanhando o meu progresso pelo GoodReads (Me add!). Já cumpri 67% da meta. Mas o importante mesmo é que li livros muito bons até agora.


E vocês, estão lendo o quê? Se divertiram? Conseguem ler algo ou não largam o celular?

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